ABEPREST

Associação Brasileira das Empresas Prestadoras de Serviços em Telecomunicações

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Telefônica detalha resultados do primeiro semestre 30/07/02   
Speedy precisa ter o provedor, diz Justiça 26/07/02   
Saiba quanto custa a banda larga na Internet 18/07/02   
Internet rápida traz receita adicional para operadoras 15/07/02   
Usuários do Speedy podem contestar Telefônica 10/06/02   
Ação coletiva da Abusar contra a Telefônica 10/06/02   
Associação de internautas processa Telefônica 06/06/02   
Speedy tem 1,2 mil usuários bloqueados 31/05/02   
 

Telefônica detalha resultados do primeiro semestre

A Telefônica divulgou ontem (29/7) o balanço detalhado de seu relatório sobre os resultados financeiros do primeiro semestre. Assim como já divulgado por sua controladora, o grupo espanhol Telefónica, na última semana, as operações brasileiras presenciaram um crescimento de 13,5% no EBITDA, quando comparado ao mesmo período de 2001, alcançando os R$ 2,46 bilhões. A receita da operadora nos primeiros seis meses do ano foi de R$ 4,75 bilhões, o que significa crescimento de 11,9% em relação aos R$ 4,25 bilhões recebidos no mesmo período do ano passado. Por outro lado, a empresa acompanhou queda no resultado líquido, que passou de R$ 532 milhões em 2001 para R$ 395 milhões neste semestre. Entre janeiro e junho, os investimentos da empresa foram de R$ 908 milhões, o que refletiu em aumento de 4,2% no número de telefones em serviço, passando de 12 milhões em 2001, para 12,5 milhões atualmente. Assim, a densidade telefônica também cresceu, chegando a 33,2 linhas por 100 habitantes. Em relação aos demais serviços da companhia, a Telefônica afirma que o maior destaque foi o Speedy - serviço acesso à internet em banda larga baseado na tecnologia ADSL. A telco afirma que o número de usuários do produto cresceu 180,5%, passando de 100,6 mil (número referente a junho de 2001), para 282,3 mil em 30 de junho deste ano. (TelecomWeb - 30/7) Publicado dia : 30/07/02 

Speedy precisa ter o provedor, diz Justiça

A Telefônica conseguiu suspender a liminar que permitia o uso do Speedy - conexão em alta velocidade - sem a necessidade de contratar um provedor de Internet. A ação havia sido proposta pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e beneficiava apenas seus associados. O instituto informou que irá recorrer. A decisão partiu do Primeiro Tribunal de Alçada Cível de São Paulo, mas ainda é provisória. O recurso interposto pela Telefônica será julgado de fato quando o Tribunal, que se encontra em férias forenses, voltar ao expediente normal, segundo informação da assessoria de imprensa. Enquanto isso, os associados do Idec devem continuar pagando o provedor de conteúdo para terem acesso ao Speedy. Pela decisão, o Speedy necessita de um provedor de acesso, do contrário a Telefônica não está autorizada a prestar o serviço. O advogado do Idec, Marcos Diegues refuta o argumento e afirma que a contratação vinculada ao Speedy é a de um provedor de conteúdo e não de acesso, uma vez que a empresa provê a conexão em banda larga sem a necessidade técnica de qualquer outro serviço adicional. "Se o provedor é tecnicamente dispensável, por que devo ser obrigado a contratá-lo?", questiona o advogado. Ele explica que vincular a prestação de um serviço à contratação de um outro constitui venda casada, base da ação do Idec, o que contraria o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e prejudica o usuário. (Agência Estado - 26/7) Publicado dia : 26/07/02

Saiba quanto custa a banda larga na Internet
A vantagem do sistema é que o consumidor não ficará com o telefone ocupado enquanto navega pela Internet - São Paulo - Os serviços de banda larga na Internet permitem o tráfego de voz, dados e imagens em alta velocidade, via cabo ou linha telefônica. Estes produtos fornecem conexão em banda larga até um provedor escolhido pelo consumidor. A vantagem do sistema é que o consumidor não ficará com o telefone ocupado enquanto navega pela Internet. Veja quais os principais serviços oferecidos e quais seus preços e características.  

Speedy - O Speedy é o serviço de banda larga da Telefônica baseado na tecnologia ADSL (Asymmetrical Digital Subscriber Line), que permite a transmissão e recepção de dados em alta velocidade por meio da linha telefônica. O serviço libera o internauta da cobrança de pulso telefônico por tempo de conexão e a linha fica liberada para receber e fazer chamadas enquanto ele navega na Internet. Quem pretende contratar o serviço pode ligar 0800-121520 e checar a disponibilidade do Speedy na região onde mora. A taxa da habilitação do Speedy custa R$ 142,80 e pode ser parcelada em até 12 vezes sem juros. O preço do serviço varia conforme velocidade de acesso do serviço. O Speedy com velocidade até 256 Kpbs (Kilobits por segundo) tem mensalidade de R$ 59,90. Já o Speedy com velocidade até 512 Kpbs custa R$ 141,00 mensais e, o modelo com velocidade até 2 Mbps (Megabits por segundo) sai por R$ 431,00.  

Vírtua - O Vírtua é o acesso à Internet feito através da rede de cabos da TV paga NET. O Vírtua utiliza as redes de cabo da TV para transmissão de vídeo, áudio e dados com acesso 24 horas, eliminando a necessidade de provedores via telefone. O serviço está sendo oferecido com em quatro velocidades que variam de 128 até 512 Kbps. Essas velocidades permitem o bom aproveitamento de diversos serviços pela rede local como vídeo chat e downloads de documentos de grandes extensões em poucos segundos. Para o funcionamento do produto, o internauta necessita também de um cable modem que custa R$ 599,00 e pode ser parcelado em até 12 vezes. O consumidor pode contratar o Vírtua pelo telefone 0800-992211. A taxa de instalação do produto custa R$ 70,00. Quem não tiver a placa de rede necessária para conectar o serviço ao seu computador paga R$ 120,00 pela instalação. A mensalidade para quem pretende a velocidade de 128 Kpbs é de R$ 49,90; para 256 Kpbs é de R$ 73,90; velocidade de 384 Kpbs é de R$ 105,00; e 512 Kpbs sai por R$ 140,00 mensais.  

TVA Acesso Rápido - Instaurado em 1999, o TVA Acesso Rápido é o serviço de banda larga da empresa TVA. o serviço permite o tráfego de voz, dados e imagens em alta velocidade, por meio da rede de cabo. A operadora oferece aos assinantes quatro opções de velocidade: 64, 128, 256 (unidirecional), 256 (bidirecional) e 512 Kpbs. Para ter o TVA Acesso Rápido em casa, o internauta precisa ter um cable modem bidirecional a uma velocidade de 64 kbps. O TVA Acesso Rápido disponibiliza atualmente três provedores de conteúdo de banda larga: o Ajato (da própria TVA), o UOL e o Terra. Para poder acessar o serviço de Internet em alta velocidade, o usuário necessita de cable modem, que pode ser alugado por R$ 16,00 por mês ou adquirido por R$ 499,00. A taxa de instalação do produto é de R$ 120,00. 

Confira o quadro com os preços da mensalidade do TVA Acesso Rápido  

Terra Plus - O portal Terra também oferece o serviço de acesso à Internet, Terra Plus, que permite conexão em alta velocidade. O usuário deste serviço também pode utilizar livremente o telefone enquanto acessa à Internet. O Terra Plus possui diversos planos para a escolha da melhor conexão. Nas modalidades de acesso via ADSL (Assymmetric Digital Subscriber Line), as mensalidades variam de R$ 44,90 a R$ 354,00. A mensalidade do Terra Plus 2.0 (256 Kbps) sem suporte é R$ 44,90, enquanto a versão 2.0 com suporte é R$ 49,90. A mensalidade da versão 4.0, com 512 kbps de velocidade sai por R$ 115,00 e da conexão 6.0 (2Mbps), por R$ 395,00. O Terra cobra R$ 75,00 para ativação dos serviços de ADSL Speedy, em caso de necessidade de instalação da placa de rede e da visita técnica para configuração do serviço. Outro destaque do serviço Terra Plus é a modalidade de acesso via cabo pela TVA ou Vírtua, que varia de R$ 29,90 a R$ 89,90, dependendo da velocidade de acesso escolhida de 64kbps a 512kpbs e do tipo de conexão direcional ou bidirecional. No acesso pelo Vírtua, o Terra oferece opções de R$ 19,90 (sem suporte) a R$ 24,90 (com suporte). O Terra está realizando a promoção Terra Plus com cabo Vírtua, oferecendo 50% de desconto nas duas primeiras mensalidades. A oferta é válida até 30 de agosto. Para ter acesso ao Terra Plus, o consumidor deve ligar o telefone 0800-124512 ou (0xx11) 3677-1010, em São Paulo. (Agência Estado - 18/7)  

Internet rápida traz receita adicional para operadoras

Investimentos são pequenos em comparação ao retorno obtido. 

O ADSL, sigla para Asymetrical Digital Subscriber Line, é uma grata surpresa para as operadoras telefônicas fixas: Telefônica, Brasil Telecom e Telemar. Surpresa porque é uma tecnologia descoberta recentemente, e grata porque representa receita mensal adicional. Trata-se de um equipamento que, instalado na malha telefônica convencional, capacita a companhia a oferecer aos clientes acesso veloz à internet. "O caminho é o par de cobre, um ativo que já existia para transmitir a voz e que de três anos para cá teve seu uso incrementado, agregando novos ganhos à dona da rede", disse Waldir Morgado, gerente de serviços de banda larga da Brasil Telecom. Os investimentos que as operadoras telefônicas têm de fazer para oferecer o ADSL são pequenos diante da receita gerada pelo serviço. A mensalidade cobrada hoje oscila em torno de R$ 60, totalizando R$ 3 milhões mensais para os cerca de 500 mil usuários. Os interessados têm de pagar também pelo provedor de internet e por uma habilitação que vai de R$ 200 a R$ 250, conforme a promoção. Surgido em 1999, portanto após o leilão que privatizou as teles, em julho de 1998, constitui-se numa ferramenta de trabalho para profissionais liberais e microempresários, pois lhes garante receber arquivos pesados que, por meio de linha discada, seriam lentos e desconfortáveis, afirmou José Antonio Vazquez, diretor de desenvolvimento de negócios da Alcatel.. A empresa francesa é a principal fornecedora de ADSL e detém 40% do mercado mundial. No Brasil, sua fatia chega a 50%. Ao adquirir as plantas de telefonia fixa, os grupos Telefônica, Telecom Italia e Telemar não previam, e portanto não incluíram nos respectivos "business plans", a receita adicional que os clientes internautas agregariam a suas contas convencionais de voz. O crescimento do número de adeptos é quase tão acelerado quanto o de internautas. E mais, o produto não pode ser considerado isolado. "Ele está inserido numa cadeia múltipla, cujo crescimento tem sido progressivo", disse o executivo referindo-se a sistemas de gerência da rede, que permitem transparência e facilidades, e ofertas variadas de conteúdo. "Infelizmente, o ADSL enfrenta as mesmas barreiras da internet, ou seja, não atinge as classes D e E, que não possuem computador", disse Vazquez. Cada operadora batizou o seu ADSL com um nome. A Telefônica, em São Paulo, foi a primeira a lançar o Speedy e hoje tem metade da base brasileira, que totaliza aproximadamente 500 mil usuários. A Brasil Telecom lançou o BR Turbo e hoje contabiliza 110 mil clientes. A Telemar não informa a quantidade de usuários do seu respectivo produto, denominado Velox. Diz apenas que possui 100 mil clientes de banda larga, incluindo aí outras tecnologias como ISDN e linha dedicada. 

Tráfego pesado - As perspectivas para as três empresas são otimistas. Como o tráfego de internet fica cada vez mais exigente, carregando imagens e sons, além de textos, a necessidade de velocidade também é cada maior. O ADSL eleva a velocidade de no máximo 50 quilobits por segundo (kbps) da linha convencional para 256 kbps como teto e 100 kbps como piso mínimo. A tecnologia está baseada no compartilhamento, o que significa que maior número de usuários corresponde a menor velocidade. Em São Paulo, a adesão tem registrado 8 mil clientes ao mês. A Telefônica fechou o ano 2000 com 70 mil usuários cadastrados. O número subiu a 200 mil em 2001 e, neste primeiro semestre, atingiu 250 mil. "Vamos a 300 mil em dezembro", previu Fabio Bruggioni, diretor de negócios broadband da operadora. O perfil do usuário de ADSL está mudando. Até este ano, o interessado era o usuário intensivo de novidades ou o internauta contumaz. Pesquisas efetuadas pela Telefônica detectaram que os potenciais clientes do Speedy são internautas menos obsessivos. "Mudamos nossas campanhas publicitárias para acompanhar o novo perfil", disse Bruggioni. As mensagens dirigem-se agora a quem ouve música pela internet ou simplesmente joga. A Alcatel Cisco e Nec, preparam o lançamento do VDSL, versão mais potente do ADSL, que vai permitir ao usuário residencial baixar arquivos de imagem em banda larga. (Gazeta Mercantil/Página C8 - 15/7) Publicado dia : 15/07/02

Usuários do Speedy podem contestar Telefônica
O Procon-SP e a Justiça são os dois caminhos para o usuário do Speedy contestar a Telefônica. A empresa vincula o serviço à contratação de um provedor. A prática é considerada abusiva pelo órgão e pela Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido (Abusar), que entrou com ação na Justiça - Os usuários do Speedy - conexão em alta velocidade - não devem aceitar que a Telefônica bloqueie seu acesso ao serviço por falta de provedor. De acordo com a Fundação Procon-SP, órgão de defesa do consumidor ligado ao governo estadual, eles devem reclamar contra essa exigência nas entidades de defesa do consumidor e na Justiça. A Telefônica já cortou o acesso de diversos clientes por essa razão - em torno de 1,2 mil usuários -, o que é considerado abusivo pelo Procon-SP. "Não se pode vincular a prestação de um serviço à de outro sem que haja uma causa técnica ou normativa, conforme determina o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor", explica o diretor de programas especiais do órgão, Ricardo Morshita Wada. Ele aconselha os usuários que se sentirem prejudicados a registrar queixa, como muitos já vem fazendo. A partir das reclamações, o Procon-SP convoca a empresa para prestar esclarecimentos e, se comprovar irregularidades, pode aplicar uma multa que varia de R$ 200 a R$ 3 milhões, no âmbito administrativo, para tentar coibir a prática.  (Agência Estado - 10/6) Publicado dia : 10/06/02  

Ação coletiva da Abusar contra a Telefônica

A navegação na Internet usando o Speedy é possível sem a necessidade de um provedor de conteúdo, o acesso é direto, conforme explica o presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido (Abusar), Horácio Belfort. Esta semana, a Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido (Abusar) entrou com uma ação coletiva contra a Telefônica em nome dos usuários que discordam da obrigatoriedade do provedor - contratação tecnicamente dispensável - e ainda tiveram o acesso ao serviço bloqueado. Para fazer parte da ação coletiva, os usuários devem se inscrever na Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido (Abusar). Para tanto, basta pagar uma inscrição no valor de R$ 80 e uma trimestralidade de R$ 20, a fim de pagar os custos do processo e os honorários advocatícios. O cadastro poderá ser feito no site da associação (veja no link abaixo) na próxima semana, informa Horácio Belfort. Vale lembrar ainda que, nas ações cujo valor da causa não ultrapasse 40 salários mínimos (R$ 8 mil), há o benefício do Juizado Especial Cível. E, até 20 salários (R$ 4 mil), a presença do advogado fica dispensada. Acima desses valores, o processo é encaminhado à Justiça comum. (Agência Estado - 10/6) Publicado dia : 10/06/02  

Associação de internautas processa Telefônica

A polêmica em torno da obrigatoriedade de contratar um provedor quando se compra um meio de acesso rápido à internet, como linhas telefônicas digitais ou cabo, promete ganhar novos contornos. Além das ações isoladas no Procon, que tem dado ganho de causa ao internauta, uma ação coletiva foi impetrada ontem na Justiça de São Paulo contra a Telefônica. A ação foi iniciativa da Associação Brasileira de Usuários de Serviços de Acesso Rápido (Abusar), entidade que vem reunindo internautas descontentes há um ano e que agora passou a ter sua estrutura regulamentada oficialmente. Entre as reclamações que fazem parte do processo contra a Telefônica estão a exigência de contratação de um provedor na compra do Speedy, a obrigatoriedade de se alugar um modem com a própria Telefônica, em vez se escolher o fornecedor, e a garantia de apenas 10% da velocidade oferecida. A obrigatoridade de se contratar a Telefônica e um provedor não é imposição da operadora. A exigência é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que não permite que operadoras de telefonia cheguem à casa do usuário para prover acesso. (Valor Econômico - 6/6) Publicado dia : 06/06/02

Speedy tem 1,2 mil usuários bloqueados
Na semana passada, a Telefônica suspendeu o serviço de internet rápida Speedy de vários clientes que não contratavam provedor de acesso. A operadora nega que exista um esforço concentrado contra assinantes nesta situação, mas informa que cerca de 1,2 mil clientes estão suspensos, numa base de 215 mil. O Procon-SP considera ilegal a exigência do provedor. O analista de sistemas Jorge Carvalho Pinto teve seu serviço cortado no dia 23 e encaminhou uma reclamação ao Procon. Antes, havia recebido duas cartas da operadora solicitando que regularizasse sua situação. A Telefônica informa, por meio de sua assessoria, que o Speedy oferece conexão somente até o provedor. Daí para a internet, o acesso ficaria a cargo do provedor. Os clientes discordam. "Como profissional da área, sei que não é necessário o provedor", diz Pinto. Outro cliente bloqueado, o designer Maurício Ramos, argumenta que não é justo ter que pagar duas vezes pelo mesmo serviço. Para os usuários, falta clareza por parte da Telefônica. Um deles recebeu um contrato, no começo do ano passado, que não mencionava a obrigatoriedade do provedor. No ínicio deste ano, chegou pelo correio uma nova versão, com uma nova cláusula citando a obrigatoriedade e uma carta dizendo que o anterior teria uma "falha gráfica". Segundo a Telefônica, a nova versão entrou em vigor no segundo semestre de 2001 e a "falha gráfica" não se refere à cláusula adicional. Na quarta-feira, a Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido à Internet (Abusar) irá se reunir em São Paulo para discutir a situação dos clientes do Speedy. Mais informações no site www.abusar.org. (O Estado de S. Paulo - 31/5) Publicado dia : 31/05/02