Dados sobre banda larga no Brasil
|
||||||||||||||
Provedores
Speedy - 20/05/2002 , existiam 219 provedores habilitados para o serviço Speedy; em 12/2002 , cerca de 250
A partir 12/09/01 todos os acessos passaram a ser validados com login e senha fornecidos pelo provedor

Internauta quer banda larga, mas a preço
baixo
Preços que os consumidores estão dispostos a pagar
ainda estão longe dos valores cobrados pelos provedores
São Paulo - O índice de internautas interessados em adquirir um acesso em banda larga é alto, mas os preços que esses consumidores estão dispostos a pagar ainda estão longe dos valores cobrados pelos provedores. A constatação é da empresa de marketing online e-bit na última edição da pesquisa Web Shoppers.
O levantamento indicou que
53% dos internautas que possuem acesso discado estão dispostos a adquirir serviços
em banda larga nos próximos seis meses.
Apesar da intenção, 71% deles gostariam de adquirir um serviço que custasse
até R$ 50,00, enquanto 19% estariam dispostos a pagar entre R$ 50,00 e R$
70,00.
Os valores sugeridos pelos internautas indicam que eles terão que se contentar
com velocidades mais baixas. Na cidade de São Paulo, por exemplo, os acessos
mais baratos giram em torno de R$ 65, incluindo o provedor, mas com velocidade
de 128 kilobits por segundo. Para velocidades mais elevadas, como 256 kbps, os
preços oscilam próximos a R$ 60, sem o provedor.
A pesquisa com os web-consumidores apontou que 80% acessam a internet em
casa.
Quanto à conexão, 42% utilizam linha discada.
Dentre os usuários de serviços de banda larga, 16% utilizam o Speedy, 4% o Vírtua
e 3% o Ajato.
Banda Larga - Base Instalada Brasil
Segundo a revista RTI Redes,
Telecom e Instalações, até 2003 o país terá cerca de dois milhões de
acessos ADSL instalados. Hoje, apenas a Brasil Telecom, Telemar e Telefônica
oferecem juntas cerca de 380 mil acessos.
Os cabos coaxiais chegam a 6,5 milhões de domicílios brasileiros. São 3,5
milhões de assinantes de TV a cabo, e 89 mil acessos de banda larga
disponibilizados via cable modem.
Previsão de instalação : Ampliar base instalada em 50% em 2003, ultrapassando 500.000 usuários
Base de clientes do Speedy obtém crescimento sobre 2001, de 181,6%
TELETIME News - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - 29/07/2002 - 20h35
Entretanto, o relatório do banco destaca que o serviço ADSL da operadora (Speedy) chegou a 282 mil usuários (2,3% do total de linhas em serviço), crescimento de 42% em relação ao primeiro trimestre deste ano.
TELETIME News - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - 24/07/2002 - 20h41
O número de assinantes de ADSL, de banda larga, subiu para 282,26 mil, ante os 215 mil do primeiro trimestre de 2002.
Segundo a revista Link de Junho de 2002. ano 6 nº 76, pág. 23
Acessos ADSL instalados (Speedy) : 260 mil; entre 10 e 20% são do programa Speedy Business. Provedores de acesso encomendam 30 mil novos acesso Speedy por mês.
Previsão de instalação de 30.000 novos acessos mensais, fechando 2002 com 220 mil acessos ADSL instalados
Em comunicado divulgado na noite de sexta-feira, a empresa informou ainda que o número de acessos rápidos para Internet em linhas digitais, o ADSL, cresceu 64 por cento. O total de ADSL instalados passou de 54,8 mil no primeiro trimestre para 89,8 mil ao final de junho. As vendas cresceram 56 por cento, para 101,5 mil acessos. Emm setembro, eram 118,3 mil acessos comercializados.
Sexta-feira, 26 de julho de 2002 - 19h28
Fonte: Plantão Info http://www2.uol.com.br/info/aberto/infonews/072002/26072002-21.shl
O provedor tem 40 mil usuários e está dobrando a base de clientes a cada 45 dias desde que foi criado, em dezembro de 2001. A Brasil Telecom, operadora de telefonia fixa da região centro-sul do país, alcançou em junho a marca de 100 mil acessos por /linhas digitalizadas, o chamado ADSL.
Fonte: Plantão Info http://www2.uol.com.br/info/aberto/infonews/072002/11072002-1.shl
Previsão de instalação de 10.000 novos acessos mensais
Com demanda, as operadoras não brincam em serviço - Documento - Dezembro 2002- www.revistatelecom.com.br
A estratégia da Telemar é a de prover serviços Internet, como um todo, com um portfolio mais amplo, baseado na conectividade. O xDSL faz parte dessa oferta, e está sendo oferecido para o mercado residencial, que responde por 70% de sua base de clientes, como para o empresarial, que fica com os 30% restantes.
Mas a sua base de acessos ADSL ainda é pequena, comparada às das outras concessionárias locais: atingia, em novembro, cerca de 40 mil acessos em serviço."Esse mercado tem uma demanda crescente, que deverá se manter em 2003, e, por enquanto, nosso ritmo é de 10 mil instalações mensais", comenta João de Deus, diretor de projetos empresariais.
E a Telemar aumenta sua oferta - Resumo - Outubro 2002- www.revistatelecom.com.br
A exemplo da Brasil Telecom e da Telefonica, a Telemar também dirige seu foco para o serviço de acesso à Internet de banda larga. A concessionária da região I contratou recentemente mais de 100 mil portas ADSL da Alcatel, que venceu a licitação disputada por cerca de 20 players. E já está promovendo uma nova licitação, da qual estão participando os principais fornecedores do mercado, para contratar, até o final do ano, mais 120 mil portas para implementar no início do ano que vem. O Velox, seu produto de acesso à Internet de banda larga, tinha, no início deste semestre, cerca de 18 mil acessos em serviço, mas a meta da operadora é instalar uma média de 10 mil novos acessos por mês.
Em novembro, tinha 4.000 acessos instalados, previsão de instalação 2002 com 5 mil, e até março de 2003 ter 10 mil acessos
GVT dobra velocidade de acesso em banda largaFonte: Plantão Info http://www2.uol.com.br/info/aberto/infonews/082002/08082002-20.shl
SÃO PAULO - Nos últimos doze meses, o número de assinantes da internet banda larga da TVA subiu de 8 600 para 12 mil, o que representa um crescimento de 39% - e a expectativa da empresa é fechar o ano com de 16 a 17 mil pessoas conectadas à web veloz por meio de sua infra-estrutura.
Como provedor de conteúdo, o Ajato (que é oferecido não apenas aos assinantes da TVA, mas também aos do Speedy, Virtua, Canbrás e Sppedy) cresceu cerca de 23% no período, pulando para 12,5 mil assinantes. Todos os números representam os usuários domésticos - como assinantes corporativos, o provedor atende hoje 750 empresas de diversos portes. Eram 450 no começo deste ano e, segundo a TVA, serão 960 no final de 2002, um crescimento de quase 100%.
Mais da metade dos usuários da TVA optam pelo pacote de 256/256 kbps, segundo Lucca. O executivo também conta que eles passam, em média, entre quatro e seis horas conectados por dia, e o pico de acesso é às 10 da noite - "e não mais de madrugada, como na época do acesso discado", declarou.
De acordo com Amilton de Lucca, diretor de internet e telecom da TVA, a empresa está otimista porque o crescimento tem se mostrado maior do mês de março para cá. A empresa bate na tecla do preço, com pacotes por a partir de 73 reais (aluguel do modem incluído) para conquistar usuários e perder a diferença de mercado com o ADSL (preferência nacional por causa da penetração do telefone, milhares de vezes superior à da tevê a cabo).
Mas outras estratégias para ganhar mercado devem ser anunciadas nos próximos meses, tanto em conteúdo quanto em infra-estrutura: a TVA já pediu à Anatel licença para atuar como SCM (Serviço de Comunicação de Multimídia) que a permitirá oferecer um pacote de serviço único, como era antes, e não mais separá-lo em infra-estrutura física e provedor de acesso.
Assinantes - http://www.estadao.com.br/tecnologia/telecom/2002/ago/22/124.htm
A TVA encerrou o primeiro semestre com 28 mil assinantes residenciais no serviço de acesso à Internet em alta velocidade. O número aponta crescimento de 40% em relação aos 20 mil usuários domésticos do final do ano passado, segundo Lucca.
No segmento corporativo, eram 800 clientes ao final do semestre. À primeira vista, o número aponta queda em relação aos 932 usuários do balanço de dezembro do ano passado, mas o executivo explica que a empresa mudou a metodologia de consolidação. "Pelo método anterior, teríamos algo em torno de 1,4 mil clientes corporativos", diz Lucca.
Segundo ele, até o início deste ano, a TVA computava o número de contas de forma que um único cliente que assinasse os serviços de acesso à Internet e de provedor, pelo Ajato, entrava no cálculo geral como dois assinantes. "Agora, consideramos este mesmo cliente como um só", justifica.
A meta da TVA é encerrar o ano com mil usuários corporativos na carteira de clientes, formada principalmente por empresas de pequeno e médio porte. "Calculamos que só na cidade de São Paulo existam 415 mil empresas de pequeno e médio porte, mas apenas 10% delas usam a Internet profissionalmente, o que dá nos dá um mercado potencial enorme", garante o diretor.
Para atrair esse cliente para sua base, a TVA promoveu em março uma redução média de 50% nos preços do serviço de acesso em banda larga para o mercado corporativo.
BrT
investirá mais R$ 40 milhões em ADSL
12/08/2002, 12h17
O conselho de administração da Brasil Telecom S.A. (BrT) aprovou na semana
passada um investimento adicional de R$ 40 milhões em ADSL para este ano. Com
isso, a empresa reformulou sua expectativa de crescimento de número de
assinantes do serviço de banda larga em 2002. Até então, a estimativa era de
que a operadora fecharia o ano com 140 mil acessos. “Agora, esperamos atingir
este número em setembro. Para o fim do ano, deveremos alcançar 220 mil
assinantes”, afirmou Carla Cico, presidente da Brasil Telecom, durante
teleconferência internacional com analistas de mercado, realizada nesta
segunda, 12. A empresa fechou o segundo trimestre com 101,5 mil acessos de ADSL.
Da Redação - TELETIME News
Balanço - 09/08/2002,
19h29
Lucro da Brasil Telecom Participações cresceu 72,4% no
trimestre
A empresa destacou em seu balanço o crescimento dos acessos ADSL, que saltaram
55,9% em relação ao primeiro trimestre, alcançando 101,5 mil.
TELETIME News <teletime@teletime.com.br>
- ÚLTIMAS NOTÍCIAS - 09/08/2002 - 19h46
Vendas
de acesso em banda larga crescem 30%, diz Terra - Valor Online
SÃO PAULO - O provedor de acesso Terra, do grupo Telefônica, informou nesta
quinta-feira que suas vendas de internet em banda larga cresceram 30% na região
da Brasil Telecom, de março para cá, desde que a operadora acertou com a U.S.
Robotics parceria que transfere aos provedores a venda dos modems diretamente ao
usuário.
Segundo Fernando Madeira, diretor de acesso do Terra, vender num mesmo kit o
serviço de acesso, a linha ADSL da operadora e o modem, auto-instalável pelo
próprio usuário, facilitou muito a disseminação da banda larga naquela
área, que compreende as regiões Centro-Oeste e Sul do país.
O Terra tem, segundo ele, 180 mil assinantes de banda larga em todo o país,
seja por linhas ADSL ou cabo, mais do que 40% do mercado, diz a companhia.
Banda
larga corporativa: fundamental Por:
Internet
Business -
20/05/2002
Cresce o número de empresas convencidas de que usar a Internet de maneira convencional, via conexões dial-up, não é mais suficiente. O comentário é do E-Consulting® Corp, a propósito de pesquisa feita pelo Yankee Group com 550 empreeendimentos de pequeno porte (www.e-consultingcorp.com.br).
O estudo “mostrou que 91% dos assinantes corporativos de banda larga (baseada na tecnologia DSL) acreditam que os benefícios da produtividade do serviço atingem, ou até superam, suas expectativas com relação à mensalidade da tecnologia”. Assim, 65% delas, se tivessem de realizar cortes no orçamento, só abririam mão da banda larga em último caso.
Para o E-Consulting, o acesso em alta velocidade é necessário, “principalmente pela sua alta capacidade de aumentar a produtividade e a vantagem competitiva, possibilitando às empresas atender seus clientes com mais eficiência. Entre as aplicações prioritárias às que usam a facilidade estão “as pesquisas online, o envio e recebimento de e-mails com grandes arquivos anexados, a compra de suprimentos pela rede e as reservas online de vôos.”
O E-Consulting cita outra pesquisa, da Point Topic, focada na análise do uso de banda larga, que revela: “o acesso à Internet por meio de tecnologia DSL triplicou em todo o mundo, passando de 6,5 milhões de usuários em 2000 para 19 milhões em 2001.” Para o E-Consulting, “o crescimento e desenvolvimento das tecnologias de banda larga irão gerar experiências online cada vez mais interativas, impactando diretamente os negócios de streaming media, E-Commerce e conteúdo.
E esse crescimento será sentido também no Brasil. As operadoras regionais Brasil Telecom e Telefónica aumentaram sua base de assinantes DSL de menos de 20 mil linhas em 200 para 233 mil no final de 2001.”
Telefônica/Telesp
apresenta resultados do primeiro trimestre de 2002
Fonte: Balanço Telefonica
O número de clientes do Speedy subiu para 215.671
em 31 de março de 2002, um incremento de 252,4% em relação aos 61.203
usuários registrados ao final de março do ano passado. Já a utilização dos
serviços da Linha Inteligente, com facilidades como Transferência de Chamada,
Conversação a Três, Identificação de Chamadas, entre outros, chegou ao
final de março deste ano com 4,5 milhões de clientes.
BrTelecom comemora 100 mil clientes ADSL -- 24/6/2002 -- http://www.telecomweb.com.br/noticias/artigo.asp?xy=codigo&id=25812
Até 2003, a intenção da operadora é alcançar os 500 mil acessos em banda larga, residenciais e corporativos
Ao comemorar a marca de 100 mil acessos ADSL comercializados, a Brasil Telecom se coloca como a segunda maior operadora de banda larga da América Latina. Os números são relativos ao Internet Turbo, que envolvem serviços de banda larga para usuários residenciais e corporativos.
Atualmente, os produtos e serviços de Web da Brasil Telecom são administrados pela subsidiária BrT Serviços de Internet. Esta última mantém o portal em banda larga BrTurbo, que inclui conteúdos em vídeo, jogos, e-mail gratuito e armazenamento em disco. No caso de profissionais autônomos, a carrier mantém uma unidade batizada de BRTData e que oferece serviços de correio eletrônico ilimitados e espaço em disco para hospedagem de Web site.
Segundo o IDC, com 95% de usuários residenciais, o mercado brasileiro de conexão em alta velocidade - com 69% de assinantes de ADSL - movimentou US$ 69 milhões no ano passado e a expectativa é que esse número aumente em 900% até 2005, alcançando US$ 690 milhões.
Banda
larga vive ano promissor -- 19/2/2002 --
http://www.telecomweb.com.br/noticias/artigo.asp?id=20880
Serviços prometem decolar em 2002, despertando a atenção das provedoras e movimentando o mercado de dados
Roberta Gonçalves é repórter de Telecom Negócios. E-mail: Roberta Gonçalves
O ano de 2002 é promissor na área de banda larga. Os estudos dos institutos de pesquisa são animadores e após se dedicar a cumprir metas ligadas a serviços de voz, as operadoras buscam potencializar o ganho com cada cliente, oferecendo recursos baseados, principalmente, em dados. "Antes a prioridade era atingir as metas. Agora todos os provedores estão correndo para oferecer acesso em alta velocidade", afirma Manuel Correia, diretor da área de telecom da KPMG Consulting.
Os dados do Yankee Group também demonstram a importância do DSL. Um estudo do instituto aponta que no último ano o número de assinantes desse tipo de conexão na América Latina quadriplicou. A expectativa é que no próximo o número de assinantes desse serviço seja duplicado na região. "A tecnologia de DSL é a mais usada no mundo inteiro, abrangendo o mercado residencial e de pequenas e médias empresas", destaca Mauro Teixeira, diretor de produtos da Intelig. Porém, na opinião dele um dos problemas na expansão da banda larga é a questão do unbundling.
Anatel vê perigo da concentração nos serviços de Internet
http://200.157.161.15/teletime/News.asp?ID=35381
Terça-feira, 28 de Maio
de 2002, 21h56
Os órgãos de defesa do consumidor, sobretudo os Procons, levantaram a bandeira
de que, para quem tem banda larga, é desnecessário obrigar o cliente a
contratar um provedor de acesso. Trata-se de uma tese que é informalmente
fomentada pelas teles (que pretendem eliminar mais este custo aos seus usuários)
mas muito perigosa, no entender da Anatel. Para o conselheiro Luiz Tito Cerasoli
"há o risco de o usuário ficar na mão dos grandes grupos, porque logo
eles vão concentrar todo o serviço, se esta tese prevalecer. Por ser serviço
de valor adicionado, as teles não admitirão mais a interferência da agência
e vão fazer o que quiser. Com isso, acabou a concorrência". Da
Redação
Polêmica tem origem em definição de serviço de valor adicionado
http://200.157.161.15/teletime/News.asp?ID=35419
Quinta-feira, 23 de Maio
de 2002, 20h27
A polêmica sobre o provimento de Internet de banda larga tem origem na norma
004, editada em 1995 pelo então Ministro das Comunicações Sérgio Motta,
contendo as definições de Serviço de Valor Adicionado (SVA), que englobam o
provimento à Internet, e a orientação geral sobre o uso da rede pública de
telecomunicações para prover estes serviços. Estas definições foram
incorporadas, dois anos depois, ao artigo 16 da Lei Geral de Telecomunicações,
que deixa claro que a SVA não é um serviço entre aqueles a serem prestados
pelas concessionárias de serviço telefônico fixo comutado (STFC). Finalmente,
os contratos de concessão assinados na privatização do sistema nacional de
telecomunicações, em agosto de 1998, estabelecem o caráter de exclusividade
à telefonia fixa para as concessionárias deste serviço. A partir destas
regras herdadas pela Anatel, portanto, uma operadora de telefonia não pode em
tese oferecer provimento de acesso à Internet, devendo abrir sua rede para que
outras empresas o façam. Da Redação
Provedor é quem faz o acesso e não a operadora, diz Abdo
http://200.157.161.15/teletime/News.asp?ID=35417
Quinta-feira, 23 de Maio
de 2002, 20h27
O presidente da Abranet acredita que faltaram ao Procon, em sua avaliação,
informações técnicas e jurídicas sobre a questão do provimento de acesso na
banda larga. Segundo ele a posição do órgão é incorreta porque ao mesmo
tempo em que desobriga o consumidor de contratar um provedor, quer obrigar as
operadoras a fornecerem o serviço completo. Como ele explica, do ponto de vista
técnico, as operadoras de telefonia fazem apenas a ligação da casa do usuário
até o provedor de acesso, que é quem faz o roteamento do usuário para a
Internet. E, no que se refere aos aspectos jurídicos, a Lei Geral de
Telecomunicações proíbe a prestação de serviços de valor adicionado (SVA)
por parte das operadoras. Da Redação
Abranet prepara contestação de decisão do Procon contra provedores de acesso
http://200.157.161.15/teletime/News.asp?ID=35416
Quinta-feira, 23 de Maio
de 2002, 20h27
A decisão do Procon de São Paulo de defender os consumidores que questionarem
a obrigatoriedade da contratação de um provedor de banda larga para ter acesso
ao serviço será contestada pela Associação Brasileira dos Provedores de
Internet (Abranet). Segundo seu presidente, Roque Abdo, a entidade está
preparando pareceres técnico e jurídico para apresentar ao órgão de defesa
do consumidor na tentativa de fazê-lo rever sua posição. A reunião entre
Abranet e Procon deve ocorrer já no começo de junho, prevê Abdo. Da
Redação
A Parks deve saltar de um faturamento de R$ 27,5 milhões reportado em 1999 para R$ 100 milhões este ano. Em meio à crise, a fabricante comemora o fato de as operadoras fixas locais se voltarem fortemente para a expansão da base de assinantes de banda larga, ou acessos Asymmetric Digital Subscriber Line (ADSL).
A Parks, sediada no RS, há 35 anos no mercado, produz toda a linha de xDSL. “Estamos vivendo uma situação oposta ao restante do mercado”, comemora o diretor comercial e de marketing da empresa, Vicente Pacheco. Até o momento, a projeção da Parks para este ano é vender 200 mil equipamentos ADSL. O número significa 60% da demanda prevista de 350 mil equipamentos para todo o País este ano.
Somente as quatro operadoras locais - Telefônica, Telemar, Brasil Telecom e CTBC Telecom, todas clientes da Parks - contabilizavam até abril mais de 300 mil acessos ADSL em operação
http://200.157.161.15/teletime/revista/45/neg_prod.htm
Receitas de serviços em banda larga vão quase triplicar em 2008A
Parks, fabricante de equipamentos para transmissão de dados,
anunciou que a demanda das operadoras por seus produtos, em
especial modems ADSL, dobrou neste primeiro semestre,
superando todas as expectativas da empresa. “É um ano de ouro e
já pode ser considerado, no semestre, o melhor desempenho da
empresa nos seus 36 anos de existência”, resume o diretor
Comercial da Parks, Vicente Pacheco de Mello Filho. A expectativa da
fabricante é vender neste primeiro semestre 40 mil unidades de
ADSL e chegar ao fim deste ano com 200 mil unidades
comercializadas. Pelos cálculos da Parks, isso representa 60% da
demanda nacional para 2002, projetada em 350 mil unidades. A
empresa estima que o mercado potencial para equipamentos ADSL
no País soma 3 milhões de usuários finais e 3,6 milhões de
usuários representados por pequenas e médias empresas.
Petcom's News - Nº25 -
Notícias sobre o mercado de telecomunicações www.petcom.com.br
Uso de Banda larga cresce 66% no Brasil
http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/informatica/2002/07/01/009.htm
www.jb.com.br/jb/online/internet/noticias/2002/06/29/onlintnot20020629002.html
Segunda, 01 de julho de
2002, 14h14
O barateamento do serviço e a
instabilidade das conexões discadas são apontadas como os principais motivos
do crescimento, segundo os analistas do instituto.
O número de usuários residenciais de banda larga cresceu 66% nos primeiros
meses do ano. Uma pesquisa do Ibope revelou que 1,4 milhão de internautas
acessaram a rede usando banda larga, contra 852 mil apurados em dezembro.
Fonte: JB Online
http://idgnow.terra.com.br/idgnow/internet/2002/10/0004
![]()
Quarta-feira, 2 de Outubro de 2002 - 15h20
![]()
![]()
![]()
O Brasil tinha em
operação 1.219 provedores de acesso à Internet durante o mês de agosto de
2002, 22 a menos que em julho de 2001. Os dados são parte de uma pesquisa feita
pela Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Internet).
Segundo a pesquisa, a região Sul apresentou o maior índice de crescimento em relação ao ano anterior (10%), passando de 233 para 258 provedores. A região Norte aparece em seguida, com crescimento de 1,7% devido ao surgimento de apenas um provedor de acesso.
As demais regiões do País tiveram queda no número de provedores. O Centro-Oeste passou de 91 provedores para 76, o Nordeste caiu de 138 para 131 e o Sudeste, que concentra a maioria dos provedores, passou de 720 para 694 empresas.
Roque Abdo, diretor-presidente da Abranet, explica que a expansão na rede de telefonia justifica o crescimento no Sul. O aumento na região Norte seria, segundo Abdo, é resultado de maior expansão na infra-estrutura de comunicações. "A queda nas demais regiões não representa uma retração no mercado, mas um ajuste natural com redução de provedores sem diminuição de usuários", explica.