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MANUAL ORIENTATIVO de autenticação radius para ISP’s Speedy
ÍNDICE
1. OBJETIVOS.............................................................................................................................. 3
2. ACRÔNIMOS E ABREVIATURAS........................................................................................ 3
3. INTRODUÇÃO:......................................................................................................................... 3
4. REQUISITOS BÁSICOS:........................................................................................................ 3
5. AUTENTICAÇÃO DO ACESSO À INTERNET................................................................... 4
6. OBSERVAÇÕES...................................................................................................................... 6
6.1. Provedores que possuem usuários Speedy IP fixo (Home e Business) 6
6.1.1. Infra-Estrutura Necessária no ISP................................................................. 6
6.2. Servidores radius...................................................................................................... 6
6.2.1. Considerações quanto ao Endereçamento do
RADIUS do ISP........ 8
6.2.2. Configuração do Servidor RADIUS do ISP.................................................... 8
6.3. Especificação de um servidor radius........................................................... 8
6.4. Parâmetros do ISP a serem fornecidos à
Telefônica Empresas para a configuração do serviço na Rede IP.......................................................................... 9
7. CONSIDERAÇÕES.................................................................................................................. 9
ANEXO I- PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO E
CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA RADIUS FREE.
10
ANEXO II- FORMULÁRIO PARA ISPS.................................................................................. 14
ANEXO
III- GUIA PARA UTILIZAÇÃO
DO
PORTAL DE SERVIÇOS PARA USUÁRIOS
CORPORATIVOS........................................................................................................................... 16
O
objetivo deste documento é iniciar a adequação dos ISP’s (Provedores de Acesso
à Internet) para autenticação dos usuários Speedy
provisionados com IP Fixo (Home e Business).
Esse documento
refere-se aos ISP’s e usuários Speedy
(Speedy Home PPPoE, Speedy Home IP Fixo e Speedy Business) exceto os primeiros
relacionados ao Speedy ATM.
|
ISP
|
Internet Service Provider
|
|
PPPoE
|
Point to Point Protocol over Ethernet
|
|
ADSL
|
Asymmetric Digital Subscriber Line
|
|
ATM
|
Asynchronous Transfer Mode
|
|
RADIUS
|
Remote Authentication Dial In User Service
|
|
OTF
|
Operadora de Telefonia
Fixa
|
|
DSLAM
|
Digital Subscriber Line
Access Multiplexer
|
|
SABA
|
Servidor e Acesso Banda
Ancha
|
|
PVC
|
Permanent Virtual Circuit
|
|
TCP/IP
|
Transmission Control
Protocol / Internet Protocol
|
|
ISP
|
Internet Service Provider
|
A nova plataforma
que está sendo implantada pela Telefônica e que passará a ser oferecida a todos
os usuários Speedy, possui a
funcionalidade de permitir que os ISPs também autentiquem os seus usuários
provisionados com IP Fixo.
Os IPS’s que só
possuem usuários provisionados com IP Fixo devem dimensionar um servidor de
autenticação, utilizando protocolo radius,
para autenticar todos os seus usuários. Além de criação e disponibilização das
novas informações de usuário e senha.
O processo de
autenticação para usuários provisionados com IP Dinâmico (PPPoE) não sofrerá
alterações.
Para o IP
Fixo, a postagem de informações de usuário e senha do ISP é realizada através de
um formulário para a plataforma, o qual “converte” a solicitação de
autenticação http do usuário em uma autenticação radius a partir do roteador (6400) seguindo o mesmo processo da
autenticação IP Dinâmico (PPPoE) de acordo com a topologia abaixo.
Na figura 4.1,
temos a troca de mensagens do processo de autenticação para ambos os casos.
A formatação
desse usuário e senha deve seguir as mesmas regras adotadas para a autenticação
PPPoE atual:
Usuário: nomedousuarionoprovedor@realmdoprovedor (.com.br)
Senha:
senhadousuarionoprovedor
Figura 4.1 –
Troca de mensagens de uma conexão entre OTF e ISP.
Um dos objetivos
é que o processo de autenticação dos usuários IP Fixo se assemelhe com o atual
processo de autenticação dos usuários PPPoE. Para maiores informações, consulte
o documento: GUIA SPEEDY LINK
AUTENTICADO, que pode ser encontrado no Link "http://www.telefonicaempresas.com.br/autenticado/guia.zip".
As observações
a seguir devem ser consideradas para adequação à autenticação de usuários IP
Fixo.
Deverão
possuir servidores radius
(devidamente configurados com a Telefônica Empresas – Speedy Link*) para a
autenticação dos seus usuários Speedy
IP Fixo.
Deverão prover
novos usuários e senhas para todos os usuários Speedy IP Fixo.
(*) As
características do Speedy Link variam
de acordo com a capacidade necessária de autenticação do ISP. Consultar a
Telefônica Empresas para o seu dimensionamento e requisitos.
Para o ISP poder fornecer o serviço, deverá ter:
·
Um servidor Radius;
·
Um acesso IP Dedicado* com a Rede IP
da Telefônica Empresas, onde serão configurados dois PVC’s:
·
Tráfego Radius: por onde tramitarão
somente os pacotes RADIUS entre a Rede
IP e o servidor RADIUS do ISP;
·
Tráfego de Dados: Tráfego normal.
*O mesmo utilizado
pelo serviço Speedy atual
Os servidores radius dos ISP’s devem se comunicar com
o servidor radius da Telefônica
Empresas através do protocolo radius
sobre tcp/ip (Speedy Link*).
Os servidores radius dos ISP’s devem autenticar usuários e senhas de todos os seus usuários Speedy.
Caso se
aplique, os servidores radius existentes dos ISP’s devem estar
dimensionados para suportar a autenticação dos novos usuários IP Fixo.
Os servidores radius dos ISP’s devem estar preparados
para receber informações referentes ao tipo
de serviço, autorizando apenas os tipos de serviços que o usuário tiver
direito (contratado).
Os servidores radius dos ISP’s devem estar preparados
para receber informações referentes ao nível
de serviço, autorizando apenas os níveis de serviços que o usuário tiver
direito (contratado).
Nas tabelas a
seguir, temos exemplos de tipos de serviços e níveis de serviços que poderão
ser disponibilizados para os usuários Speedy.
Tipo de
serviço
|
Speedy Home 2.0
|
PPPoE
|
Speedy Home 4.0
|
PPPoE
|
Speedy Home 6.0
|
PPPoE
|
Speedy Business 2.0
|
PPPoE
|
Speedy Business 4.0
|
PPPoE
|
Speedy Business 6.0
|
PPPoE
|
Speedy Home 2.0
|
IP Fixo
|
Speedy Home 4.0
|
IP Fixo
|
Speedy Home 6.0
|
IP Fixo
|
Speedy Business 2.0
|
IP Fixo
|
Speedy Business 4.0
|
IP Fixo
|
Speedy Business 6.0
|
IP Fixo
|
Obs: O Tipo de serviço "Speedy
Business"2.0/4.0/6.0 PPPoE não existe atualmente, porém sua nomenclatura
já foi reservada em caso de uso futuro
Tabela 4.2.1 –
Exemplos de tipos de serviços.
Nível de serviço
|
|
256kbps
|
|
512kbsp
|
|
2048kbps
|
Tabela 4.2.2 –
Exemplo de níveis de serviço.
Os servidores radius dos ISP’s devem estar preparados para realizar o controle, medição
e tarifação do uso de diferentes tipos e níveis de serviços por demanda do
usuário.
Para que o Radius do ISP seja visível para a tramitação de pacotes Radius
entre a Rede IP e o seu servidor é necessário o ISP configurar os endereços
IP’s que realizarão proxy a partir da Telefônica Empresas, conforme segue:
200.204.0.15
200.204.0.142
200.204.0.21
200.204.0.22
200.204.0.72
200.204.0.73
200.204.0.195
200.204.0.196
O ISP deverá configurar somente os seus usuários Speedy Autenticado em
seu RADIUS, com os seguintes parâmetros:
*Login = usuário@realm
**Password
***Atributo Class = profgenADSL1
*O realm será o que o ISP contratou com a Telefônica para poder fornecer
o serviço Speedy Autenticado, por exemplo: realm = nome do ISP
**A senha será definida pelo ISP segundo a sua política atual
***Este atributo deverá ser encaminhado no momento da autenticação
Obs: A identificação do tipo de
usuário é feita pelo atributo RADIUS "NAS-PORT-TYPE", que por padrão
temos NAS-PORT-TYPE = "16'" (xDSL) para usuários ADSL, ou seja, a
TEmpresas estará passando para os ISPs o valor "16" no atributo
"NAS-PORT-TYPE para que o ISP saiba que este é um usuário Speedy.
O servidor de
autenticação pode ser qualquer um que se comunique através do protocolo radius e atenda as necessidades do ISP.
Os requisitos mínimos
necessários para instalação de um servidor Radius são:
Como exemplo,
a seguir temos a configuração de um simples servidor Radius, utilizando
plataforma comum e softwares livres.
|
Conexão
|
-
Acesso IP
Dedicado 256Kbps
|
|
Hardware
|
-
PENTIUN III
450MHz
ou equivalente
-
64MB de memória
RAM
-
6 GB de HD
-
Placa Ethernet 10/100
|
|
Sistema
Operacional
|
Conectiva
LINUX 6
ou equivalente
Onde
encontrar: www.conectiva.com.br
|
|
Servidor
radius
|
Cistron 1.6 ou equivalente
Onde
encontrar: www.freeradius.org
|
|
Capacidade
|
01
autenticação(*) por segundo
|
(*) apenas
autenticação simples de usuário e senha com troca de parâmetros.
É de
responsabilidade do ISP o redimensionamento do servidor para suportar a demanda
de trafego assim como para os demais processos que poderão ser implantados
(como tarifação completa, por exemplo).
Em Anexo segue
um procedimento para auxilio na instalação do Radius Cistron e do Sistema
Operacional Linux.
·
Realm que o ISP utilizará no serviço;
·
Endereço IP do seu servidor RADIUS;
·
Port’s de Autenticação e Accounting.
Senha (shared secret) para comunicação
entre os RADIUS da Rede IP e o RADIUS ISP
As informações
deste documento poderão ser modificadas conforme definições da Telefônica.
Para que
o Free Radius possa ser instalado, é necessária a instalação do Sistema
Operacional LINUX. Abaixo seguem informações para que essa instalação possa ser
feita.
·
LINUX (Conectiva)
1)
Preparar o servidor, inclusive com o modem do acesso IP dedicado corretamente
instalado;
2a)
Através de um micro com acesso à Internet, baixar as imagens (arquivos .iso)
dos CD's de instalação do LINUX ("http://www.conectiva.com.br/cpub/pt/downloads/index.php");
3a)
Com as imagens (.iso), criar os CD's de instalação do LINUX com um gravador de
CD;
4a)
Seguir a instalação a partir do primeiro CD (com boot a partir do CD);
2b)
Através de um micro com acesso à Internet, baixar todos os arquivos
(estruturados por CD) de instalação em um HD
("http://www.conectiva.com.br/cpub/pt/downloads/index.php")
3b)
Executar o aplicativo "dosutil\rawrite.exe" (com o aquivo
"imagens\boot.img"),
do primeiro CD, para criar um diskette de boot do LINUX
4b)
Seguir a instalação a partir do diskette criad
5)
Através do linuxconf, configurar os
seguintes parâmetros de rede:
-
Endereço IP do servidor e
sua máscara (linuxconf =>
Ambiente de rede => Nome da
máquina e dispositivos IP de rede =>
Nome da máquina e Adaptador 1).
-
Servidores DNS (linuxconf => Ambiente de rede => DNS – especificação do servidor
de nomes).
Caso
o acesso IP dedicado possua o serviço de DHCP, ativar o DHCP client no LINUX e os parâmetros serão
obtidos automaticamente (todas essas informações devem ser obtidas junto ao
provedor do acesso IP dedicado).
=> Maiores informações, consultar:
" http://www.conectiva.com.br/cpub/pt/incConectiva/suporte/pr/instalacao.html "
Uma
vez que o LINUX já estiver instalado e devidamente conectado a rede, realizar a
instalação do Servidor RADIUS.
·
RADIUS (Cistron 1.6)
1)
Iniciar o LINUX com o
usuário root para instalação do
Cistron.
2)
No LINUX, baixar o arquivo
ftp://ftp.freeradius.org/pub/radius/radiusd-cistron-1.6.6.tar.gz
a. [root]# ftp ftp.freeradius.org¿
b.
Usuário: anonymous¿
c.
Senha: ¿
d. ftp> cd pub/radius/¿
e. ftp> get radiusd-cistron-1.6.6.tar.gz¿
f.
ftp> quit¿
3)
Executar os seguintes
passos (comandos) para a instalação:
[root]# cd /root¿ (ir para o diretório onde foi feito o download do arquivo
radiusd-cistron-1.6.6.tar.gz)
[root]# tar zxvf
radiusd-cistron-1.6.6.tar.gz¿ (desconpactar arquivos e diretórios)
[root]# cd
radiusd-cistron-1.6.6.tar.gz/src¿ (mudar de diretório)
[src]# make¿ (compilar arquivos)
[src]# make
install¿
(instalar arquivos e diretórios)
4)
Editar o arquivo /etc/raddb/clients conforme a tabela
abaixo (o parâmetro Shared Secret é
definido pelo ISP):
# Client Name Shared
Secret
#---------- ----------
200.204.0.15 #
KEY DEFINIDO PELO ISP
200.204.0.142 #
KEY DEFINIDO PELO ISP
200.204.0.21 #
KEY DEFINIDO PELO ISP
200.204.0.22 #
KEY DEFINIDO PELO ISP
200.204.0.72 #
KEY DEFINIDO PELO ISP
200.204.0.73 #
KEY DEFINIDO PELO ISP
200.204.0.195 # KEY DEFINIDO PELO ISP
200.204.0.195 # KEY DEFINIDO PELO ISP
5)
Editar o arquivo /etc/raddb/naslist conforme a tabela
abaixo:
# NAS Name Short Name Type
#---------- ---------- ----------
200.204.0.15 RTE01 cisco
200.204.0.142 RTE02 cisco
200.204.0.21 RTE03 cisco
200.204.0.22 RTE04 cisco
200.204.0.72 RTE05 cisco
200.204.0.73 RTE06 cisco
200.204.0.195 RTE07 cisco
200.204.0.196 RTE08 cisco
6)
Editar o arquivo /etc/raddb/users conforme a tabela a
seguir. Inserir todos os usuário e senhas conforme os exemplos (entre
parênteses).
usuario1@isp.com.br Password
= senha1
Class = profgenADSL1
usuario2@isp.com.br Password
= senha2
Class
= profgenADSL1
usuario3@isp.com.br Password
= senha3
Class
= profgenADSL1
Obs:
Os parâmetros aqui configurados são os básicos para o funcionamento da
autenticação, porém poderão ser incluídos outros parâmetros de acordo com as
necessidades dos serviços.
O
arquivo /etc/raddb/users deve ser
editado e mantido pelo ISP. No exemplo acima temos três usuários fictícios:
|
Usuário:
|
Senha:
|
|
usuario1@isp.com.br
|
senha1
|
|
usuario2@isp.com.br
|
senha2
|
|
usuario3@isp.com.br
|
senha3
|
Onde as
informações após o @ (isp.com.br) variam de acordo com o ISP.
O
nome do usuário não deve conter espaços (nem caracteres inválidos como
tabulações, aspas, sinal de igual e vírgula) e o seu tamanho não deve exceder
31 caracteres.
A
senha não deve conter espaços (nem caracteres inválidos como tabulações, aspas,
sinal de igual, vírgula e exclamação).
Antes
dos atributos Password e Class, devem existir um caractere de
tabulação ou de espaço.
A
senha deve ser inserida apenas após um espaço depois do sinal de igual,
conforme os exemplos descritos.
7)
As portas TCP padrão
utilizadas são:
|
Acct-port (accounting port)
|
1813
|
|
Auth-port (authentication
port)
|
1812
|
8)
ATIVANDO O RADIUS. Em um shell
do LINUX, devemos ativar o processo radiusd:
[root]# cd /root/radiusd-cistron-1.6.6/src
¿ (caso o diretório de instalação for o /root)
[src]# ./radiusd¿ (ativar o processo no modo normal)
[src]# ./radiusd
-x¿
(ativar o processo no modo log)
Após
este passo o RADIUS deverá estar em funcionamento, autenticando todos usuários
que estiverem configurados no arquivo /etc/raddb/users.
9)
DESATIVANDO O RADIUS. Em um shell
do LINUX, devemos desativar o processo radiusd:
Ativo no modo normal,
-
executar (em qualquer
diretório): [root]# ps –ef¿ (listar todos os processo ativos)
-
identificar o processo ./radiusd e anotar o número PID correspondente (pode haver dois
números PID, anotar qualquer um dos
dois números)
-
executar: [root]# kill (+ o número PID anotado)¿ (parar o processo)
Ativo no modo log,
-
Apenas teclar simultaneamente
as teclas “control” e “c” no shell onde é exibido o log, para parar o processo)
10) ALTERANDO A CONFIGURAÇÃO. Depois de qualquer
alteração nas configurações do Radius Cistron (por exemplo, adição de um novo
usuário no arquivo /etc/raddb/users),
será necessário reinicializar o processo radiusd,
desativando e ativando conforme os passos (9)
e (8) descritos acima, para que as
alterações tenham efeito.
11) LOG DE ATUTENTICAÇÃO.
Para obter informações das autenticações, verificar todos os arquivos no
diretório: /var/log/radacct.
ð
Para maiores informações,
consultar: " http://www.radius.cistron.nl/faq/ "
|
Informações Comerciais
|
|
Razão Social
do Cliente:
|
|
|
CNPJ/MF:
|
|
|
IE :
|
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|
Responsável
|
|
|
Telefone :
|
|
|
e-mail:
|
|
|
Cargo:
|
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|
Gerente de
Contas/Atendente:
|
|
|
Telefone:
|
|
|
|
|
Informações Técnicas
|
|
Informação
de Domínio
|
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Qual é o Realm
que o ISP utilizará para o Serviço Speedy? (ex: usuário@realm)
|
|
|
|
Informações
do RADIUS
|
|
Possui
servidor com o software RADIUS ?
•
Sim • Não
|
|
Qual o
software RADIUS instalado?
|
|
|
|
Qual a
versão do RADIUS?
|
|
|
|
Qual o endereço
IP do servidor RADIUS?
|
|
|
|
Qual a Senha
(Shared Secret) utilizada atualmente entre os RADIUS da TEmpresas e do ISP?
|
|
|
|
Qual é o
Port de Autenticação?
|
|
|
|
Qual é o
Port de Accounting?
|
|
|
|
Obs: Caso o ISP
não possua um Servidor RADIUS deverá providenciar de acordo com os requisitos
mínimos.
|
|
|
|
|
|
Informações
de Acesso
|
|
Possui
acesso Speedy Link ?
•
Sim • Não
|
|
Qual o nº de
LP do acesso Ip dedicado?
|
|
|
|
Roteador de acesso
é gerência Telefônica ?
|
|
|
|
O roteador
de acesso é de propriedade da Telefônica?
|
|
|
|
Obs: Caso o
ISP não possua o acesso Speedy Link, deverá providenciar .
|
Objetivo
O objetivo deste anexo é esclarecer a
utilização do Speedy autenticado para usuários
provisionados com IP Fixo, pois existe a necessidade do conhecimento do
processo de autenticação para que o correto funcionamento do serviço Speedy
seja possível.
Autenticação
do Acesso
Para maior confiabilidade e controle do
Speedy, a Telefônica está incluindo em seu serviço uma autenticação do acesso
do usuário, ou seja, para o usuário "navegar" na Internet, ele deverá
inserir a senha de seu provedor e somente após uma aprovação deste, o usuário
poderá utilizar o serviço.
Fluxo
de utilização:
Ao se conectar, o usuário será obrigado
a se autenticar, pois ao acessar o Speedy, ele é direcionado para uma tela de
autenticação, na qual é necessário que ele forneça o username e password de seu
ISP (provedor de Internet) para que este possa fazer a autenticação para sua
validação na Internet.
O
usuário poderá também salvar suas informações de login pressionando o botão
“Salvar Senha”, assim da próxima vez que entrar na tela de autenticação não
será mais necessário informar seu
“Usuário” e “Senha”, apenas pressionar o botão “OK”.
Uma
outra opção, para usuários que desejem que a autenticação seja automática por
completo, deve-se criar um arquivo sem conteúdo com o nome “AutAuto.txt” no
diretório raiz do seu computador, caso deseje desativar a autenticação
automática remova este arquivo.
É necessário que o usuário desse acesso
tenha conhecimento de sua conta (username e password), além de estar com sua
situação regular com o ISP para que este possa ser autenticado.
Exemplo de uma tela de autenticação:
Assim que o usuário de Speedy com IP Fixo
esteja autenticado, sua conexão com a Internet é estabelecida e com isso o
usuário poderá "navegar" livremente.
Para
os usuários de IP Fixo, caso ocorra um desligamento do Modem ou da máquina, as
condições de autenticação são mantidas, ou seja, reiniciando a máquina e
ligando o Modem o acesso continua habilitado (autenticado).
1.
Aplicativos
que necessitam de Internet (para usuários de IP Fixo)
Com
a entrada da autenticação dos usuários de IP Fixo, alguns aplicativos
existentes (e-mail, Messenger, ICQ, etc.) perderão sua funcionalidade
automática, caso o usuário não esteja autenticado, ou seja, para que este
serviço continue a ser utilizado do mesmo modo, é necessário que seja feita a
autenticação antes de tentar acessá-lo.
·
Caso o usuário entre em seu "navegador" de
Internet para verificar e-mail e seu acesso não esteja autenticado, ele será
direcionado para a tela de autenticação do acesso (fig. III.1)
·
Caso o acesso não esteja autenticado, se o aplicativo não
utilizar o navegador, ocorrerá um erro, pois estará tentando se comunicar com a
Internet que não estará habilitada.
Em
ambos os casos o usuário deverá entrar em seu "navegador" para que
possa se autenticar através da tela de autenticação (fig. III.1).
2. Usuários Corporativos
2.1. Descrição:
Se caracteriza por um usuário
corporativo, neste documento, aquele cliente Speedy que possui mais de uma
máquina ligado ao seu Modem Router no seu acesso Speedy Business.
2.2. Fluxo de utilização:
·
1º Acesso (Autenticação):
Ao se conectar, o usuário será obrigado
a se autenticar, pois no 1º Acesso ele é direcionado para uma tela de
autenticação, na qual é necessário que ele forneça o username e password de seu
ISP (provedor de Internet) para que este possa fazer a autenticação para sua
validação na Internet (Fig III.1).
Com isso é necessário que o usuário do
acesso Speedy esteja com sua situação
regular com o ISP para que este possa ser autenticado. É também necessário que
os usuários desse acesso sejam informados, pois pode ocorrer o caso de um
usuário qualquer ser o primeiro a acessar a Internet após a conexão ser feita e
com isso este usuário deverá autenticar o acesso, caso tenha o conhecimento da
conta do acesso (username e password), ou entrar em contato com alguém responsável
por tal autenticação.
·
Demais acessos:
Para os demais acessos a
"entrada" na Internet se torna transparente pois como o acesso já vai
estar autenticado, o usuário terá acesso instantâneo sem passar pela tela de
autenticação.
·
Usuários simultâneos em um acesso não autenticado:
Quando vários usuários entrarem na
Internet antes que a autenticação seja feita, todos eles receberão antes de sua
tela inicial a tela de autenticação.
A partir do momento que uma pessoa se
autenticar, os demais usuários poderão acessar a Internet. Tanto clicando em
"Home" como inserindo uma direção URL (site) no seu Web Browser
padrão.
Caso mais de um usuário tente se
autenticar, apenas a primeira autenticação é considerada e as outras são
ignoradas, ficando assim o acesso livre para "navegação".
2.3. Possibilidades para utilização:
1.
Todos usuários de um acesso compartilhado devem ter
conhecimento sobre a necessidade de autenticação do sistema, e portanto devem
conhecer a senha para saber atuar em caso de uma autenticação.
2.
Existir um funcionário responsável pela verificação do
status do acesso, caso este não esteja em funcionamento este deve autenticar o
acesso para que os demais usuários possam utilizar. Para este caso todos os usuários
deverão ser informados que caso apareça esta pagina de autenticação, ele deverá
entrar em contato com o responsável em manter o acesso.
|