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Redes
PLC - Internet via Rede Elétrica
NOTA: O uso de
transmissão via rede elétrica (PLC) em modo
broadband é chamado de BPL Broadband over Power Lines
(BPL)
Simplificando, PLC = uso por
cliente final , BPL = uso por empresas de energia
PLC:
entenda a conexão à internet e em rede por
energia elétrica
Saiba
como funciona o serviço de banda larga pela rede
elétrica
Banda
larga na rede elétrica: mitos e
verdades
PLC - POWER LINE COMMUNICATION
DPL
- DIGITAL POWER LINE
BPL
- Broadband over Power Lines
Projeto PLC CEMIG
PORQUE OS RADIOAMADORES BRASILEIROS DIZEM NÃO AO PLC
Boa tarde;
Leia o o BOLETIM 01 do GRUPO DE RADIOAMADORES CONTRA O PLC no noso grupo
http://br.groups.yahoo.com/group/contraplc/
No Boletim explicamos porque somos contra a implantação dessa
tecnologia no Brasil:
- A ANATEL omite informação ao público assim como omite diversos
pareceres técnicos contrários a implantação dessa tecnologia no Brasil.
- Em países como Japão, Bélgica, França, USA e outros o PLC ou foi
banido ou foram feitas restrições para seu uso.
Basta dizer que essa tecnologia e ultrapassada e interfere provadamente
com as faixas de HF (Radioamadores) e OC (Broadcasting) assim como nas
comunicações de controle aéreo e marítimo.
O GRUPO DE RADIOAMADORES CONTRA O PLC tem ingressado com petição no
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL de diversos estados solicitando o
aprofundamento da discussão e a elaboração de testes técnicos
elaborados por instituições INDEPENDENTES.
Grato,
Daniel Figueredo PU6ESE/PX6B6152
-- Enviado pelo Podcast QTC BRASILEIRO http://www.qtcbrasileiro.qsl.br/ Daniel - PU6ESE Alda - PP5ASN Ulysses - PY2UAJ E-mail: qtc@qtcbrasileiro.qsl.br Skype: qtcbrasileiro
Brasil
deve ter três padrões de PLC Plantão INFO 12/11/2008
IBM
aposta em acesso à web por rede elétrica Plantão
INFO 12/11/2008
Elétricas
poderão explorar banda larga
Plantão INFO 10/11/2008
Radioamadores
criticam banda larga por rede elétrica
Telesíntese 30/09/2008
Anatel
regulamenta oferta de internet pela rede de luz Gazeta
Mercantil 22/08/2008
Regra
vai fomentar web pela rede elétrica 22/08/2008
ENTREVISTA-Internet pela rede
elétrica ganha impulso no Brasil 22/08/2008
Copel lança serviço de
banda larga pela rede elétrica ainda em 2007
Computerworld 24/09/2007
Barreirinhas
terá conexão gratuita à web pela rede
elétrica em julho
Banda
larga pela rede elétrica leva telemedicina a bairro
gaúcho
Banda
larga pela rede elétrica: o Brasil quer
fazer parte
Presidente
da Aptel detalha, em entrevista exclusiva, projeto das "vilas
digitais", que vai levar a tecnologia a localidades om até
50 mil habitantes, de forma gratuita.
Por Taís
Fuoco, do COMPUTERWORLD 26 de março de
2007 - 07h00
O acesso
à internet em altas velocidades pela rede
elétrica não é um assunto novo, mas
ainda não encontrou seu caminho como modelo de
negócios no Brasil. A chegada da tecnologia como alternativa
para cabos, satélites ou fios de cobre parece, no entanto, só
uma questão de tempo.
Leia
também:
Banda larga pela rede elétrica: a
terceira onda está prestes a explodir
Europa investe 9 milhões de euros
em banda larga via rede elétrica
Pedro Luiz Jatobá, presidente da
Associação de Empresas Proprietárias
de Infra-estrutura e Sistemas Privados de
Telecomunicações (Aptel), antigo defensor da
tecnologia, explica, nesta entrevista exclusiva, o projeto das "vilas
digitais", que vai levar a opção de banda larga a
populações carentes do País, de forma
gratuita, como forma de embasar a criação do
plano de negócios e colocar o Brasil definitivamente na rota
da web pela rede elétrica. Acompanhe.
COMPUTERWORLD – Como surgiu o projeto das vilas
digitais?
Pedro Luiz Jatobá – Já
tivemos vários testes da tecnologia nas
condições brasileiras. Em Barreirinhas (MA), por
exemplo, houve um teste com apenas três pontos (uma escola,
um centro de artesanato e a Secretaria de Saúde municipal)
em abril de 2004, durante seis meses.
Apesar de pequeno, esse teste foi bastante significativo do ponto de
vista do desempenho. Como um estudo da Telebrasil mostrou que
municípios com até 50 mil habitantes
têm pouco acesso a serviços de
telecomunicações, focamos nosso objetivo nessas
pequenas comunidades.
As vilas ou cidades digitais serão o campo experimental no
qual a população vai usar a web pela rede
elétrica gratuitamente, por dois anos, e fornecer os
subsídios para a criação do modelo de
negócio. Serão quatro campos de testes
em diferentes regiões do país onde esta
tecnologia será testada, em conjunto com outras, para
atendimento das demandas locais por serviços digitais de
comunicação e informação.
CW
– Que outras regiões receberão o
serviço, além de Barreirinhas?
Jatobá - A cidade agroindustrial de Candiota,
no Rio Grande do Sul, também será palco de
projeto semelhante, enquanto Pirinópolis, em
Goiás, estuda adotar. A Eletropaulo também avalia
em que região de São Paulo pode testar a
tecnologia. Em São Paulo, inclusive, a empresa de energia
já implantou o PLC em um condomínio popular, para
otimizar a medição do gasto de energia, mas
não se interessou em explorar o outro negócio
possível – o do acesso à internet. Na
época, eles poderiam ter levado banda larga a todas as
residências do condomínio.
CW
– Há muito tempo se fala na
opção de acesso à internet pela rede
elétrica. A tecnologia tem evoluído com o tempo?
Jatobá
– Sim. A tecnologia já é
hoje muito diferente da que foi usada nos primeiros testes, anos
atrás. Hoje ela já permite conexões a
velocidades de até 200 Megabits por segundo (Mbps). Na
verdade existem duas designações de origens
diferentes: o padrão americano designa a tecnologia como BPL
(Broadband over Power Line) e o padrão europeu rotula a
mesma como PLC (Power Line Communication).
Hoje, inclusive, a Telefônica, na Espanha, utiliza o PLC em
seu serviço de TV via web (de nome comercial Imagenio). O
mundo todo está trabalhando nisso. No Texas, por
exemplo, a IBM recentemente assumiu o papel de integrador em um grande
projeto de PLC.
CW -
Como podemos comparar a web pela rede elétrica com outras
infra-estruturas, como DSL e cabo?
Jatobá – Existem vários
critérios de comparação. Em termos de
velocidade de conexão, a tecnologia PLC é mais
rápida que satélite, rádio, cabo, DSL
ou fibra óptica. Em termos de custo, o PLC é
também mais barato do que os demais. Ele tem, no entanto,
risco de interferência, conduzida e irradiada, e
variações de impedâncias, de acordo com
a topologia do lugar.
CW
- Mesmo que o modelo de negócios não esteja
claro, o senhor acredita que se trate de uma alternativa interessante
economicamente?
Jatobá - Tudo indica que sim.
Principalmente em países como o Brasil, com escassa
infra-estrutura de telecomunicações convencional
e vasta extensão territorial.
CW
– Que peculiaridades do mercado brasileiro facilitam a
adoção dessa infra-estrutura?
Jatobá - Uma vasta extensão
territorial, o que amplia o custo de adoção de
tecnologias wireless, escassez de infra-estrutura de
telecomunicações convencional (rede
telefônica e TV a cabo) e uma alta capilaridade da rede
elétrica , que atinge 97% dos domicílios e
chegará a 100% com o Programa Luz Para Todos do governo
federal.
CW
– Ainda que o modelo não esteja claro, quem deve
atender o usuário final em um serviço como esse?
Jatobá – A própria
empresa de energia dá o suporte ao usuário. Como,
no entanto, internet não é o negócio
dessas companhias, a idéia é atrair provedores de
acesso para parcerias. Nosso desafio é descobrir como
transformar essa alternativa em um negócio viável
e interessante tanto para as empresas de energia como para os
provedores.
WiPlug
Semana
passada, num chopp com veteranos do
tempo dos BBS, encontrei meu velho
amigo, o Prof. Carlos São Paulo, engenheiro de
desenvolvimento de hardware da
Wiplug.
No meio da conversa ele tirou do bolso algo que parecia uma saboneteira
azul.
Com longas
explicações que quase nos derrubaram da cadeira,
de tão estupefatos que
ficamos, o
grande Sampa apresentou o produto WiPlug.
A
saboneteira tem dois pinos chatos de
metal, desses
que se mete na tomada elétrica da parede, e um conector
fêmea RJ45, de rede.
Modo de usar: pluga-se o dispositivo na tomada e conecta-se na coisa o
cabo de
rede de seu PC.
Pronto, você está na internet. É assim,
revoltantemente simples ...
Integra da reportagem do C@T
http://www.iis.com.br/~cat/infoetc/573.htm
A
Tecnologia PLC:
Oportunidade para os setores de Telecomunicações
e Energia Elétrica - Teleco
Situação
Mundial do PLC - Resumo
Abusar.ppt
Porto
Alegre tem acesso à Web pela rede elétrica
JB Online - 05/01/2007
Copel inicia testes massivos com PLC A Copel Telecomunicações inicia neste mês testes massivos com a tecno- logia powerline communication (PLC) em redes indoor, com investimento entre US$ 200 e US$ 300 por residência. O consultor de telecomunicações da empresa paranaense, Orlando Cesar de Oliveira, disse que será feito um plano de negócios no próximo ano para avaliar a implantação da tecnologia para todo o Estado em 2008. Serão necessários entre R$ 7 milhões e R$ 8 milhões para os testes. O superintendente de telecomunicações da empresa, Carlos Moscalewski, disse que a rede de energia (da controladora Copel) está pronta, o que falta é fazer o estudo completo para a oferta generalizada: "Não adianta oferecer se não for para todos. O que nós pretendemos fazer é justamente avaliar o percentual que se poderia ter nessa oferta, para não fazer nenhuma venda que não seja possível ser entregue". O execu- tivo afirmou que a PLC vem sendo desprezada pelo Brasil, aliás como qualquer outra tecnologia de acesso, "porque não existe uma ação polí- tica governamental efetiva de resolver o problema de acesso." Oliveira disse que o fato de a empresa poder contar com uma rede elé- trica instalada resolve o grande problema que é o da última milha: "Então, é óbvio que a PLC, por causa dessa característica, é extrema- mente promissora". Segundo o executivo, se os testes se mostrarem comercialmente viáveis, a tecnologia será oferecida para as operadoras que quiserem usar a infra-estrutura da Copel para atender as suas bases de clientes. [TI Inside] http://www.tiinside.com.br/Filtro.asp?C=264&ID=68441 Apresentação PowerPoint por Orlando Cesar de Oliveira - COPEL
Prezado
Horácio
O PLC quebrará em todo o mundo o monopólio que
existe no acesso de qualquer
tipo de teleserviço (telefone, internet,
vigilância, distribuição de TV,
vídeo, telemedição e
automação de energia, água,
gás, etc.
Do quadro Resumo da Situação Mundial, temos
informações de todas as
empresas relacionadas.
Como informação, segue uma pequena parte com
links para as empresas
fornecedoras de equipamentos de acesso (acesso e rede local),
equipamentos
de rede local, operadores (novos) exclusivas de PLC e operadores de
Telecom
que estão fornecendo seus serviços via PLC.
Já existem 45 operações comerciais em
19 países, vide Current, PPL, ONI
(Portugal na frente do Brasil), etc.
Desde que citada a fonte, você pode divulgá-los.
Abraços
Orlando Cesar de Oliveira
Consultor de Telecomunicações
COPEL - Companhia Paranaense de Energia Elétrica
Innovus
Soluções VoIP Produtos Networking
Lanplug Kelow

BPL:
Internet mais veloz e barata via rede elétrica
MAC Press 11/10/2005
CDHU
entrega prédio com web pelo fio elétrico
Plantão Info 28/07/2005
Internet iluminada
- O GLOBO - 30/05/2005
Wi-Fi
no meio da floresta amazônica
- O GLOBO - 30/05/2005
Internet
via rede elétrica:
A tecnologia existe. O que falta é a
regulamentação - O GLOBO - 30/05/2005
08h04 -
IDG Now! - Internet Brasil
ajuda pesquisa de web via rede elétrica
08h04 -
IDG Now! - Internet Entenda
a tecnologia PLC
PLC:
impasse político
- WebInsider
Anywhere-in-the-home,
Last foot e In-house
by Américo Brígido Cunha - WorldTelecom
Internet
na rede elétrica
by Marcelo Danil - WorldTelecom
Apesar do nome, o artigo é em PORTUGUÊS...
A
rede pela rede elétrica
PCWorld 08/10/2004
SP
investe em Internet pela rede elétrica
MagNet 26/11/2004
Município
do Maranhão recebe projeto-piloto de PLC
TelecomWEB 12/11/2004
Oni
vai lançar acesso à internet via corrente
elétrica
Oni
220 powerLine
Fornecedores
de Equipamentos PLC
http://www.wiplug.com.br/service.htm
http://www.naxos.com.br/produtos/powernet/powernet.asp
Eletropaulo
Bandeirante
Energia descarta oferta de PLC
Já
existe um projeto da Light que na verdade já
está em teste.
http://www.estadao.com.br/tecnologia/telecom/2004/set/09/183.htm
LightPLC
É uma iniciativa da Light em parceria com a EDF -
Electricité de France,
focada na exploração de novas oportunidades de
mercado. Para avaliar o
desempenho desta inovadora e promissora tecnologia foram selecionados
alguns
prédios residenciais e comerciais para início dos
testes experimentais.
http://www.lightplc.com.br/bra/index.htm
COPEL
- PLC - Power Line Communication - by
ABUSAR
CEMIG - Em
breve, num poste perto de casa
Grupo
apresenta relatório
sobre PLC à Anatel
http://www.telecomweb.com.br/noticias/artigo.asp?id=47206
FITec e Aptel lideram o projeto para criação de
um relatório sobre os
melhores caminhos para prestação de
serviços de telecom via rede elétrica
Nesta sexta-feira, 13/02, representantes da FITec
(Fundação para Inovações
Tecnológicas) e da APTel (Associação
de Empresas Proprietárias de
Infra-Estrutura e de Sistemas Privados de
Telecomunicações) apresentaram à
Anatel o relatório final sobre quais devem ser os
procedimentos para
regulamentação,
normalização e certificação
para a prestação de serviços
de telecom via rede elétrica, com o uso da tecnologia PLC
(power line
communication).
O
relatório, que demandou seis
meses de trabalho de um grupo composto por concessionárias
de energia elétrica,
institutos de pesquisa e fabricantes, faz parte do Programa 2 do CBC7
da Anatel.
O mesmo tem por objetivo avaliar a possibilidade de enquadramento da
tecnologia
PLC na legislação brasileira, com base na
experiência dos organismos europeus
e norte-americanos.
Ainda
como parte do andamento
dessa iniciativa, a FITec e a Aptel estão criando um
fórum nacional de discussões
sobre PLC, e que deve analisar questões
regulatórias, tecnológicas e o
caminho para incentivar o desenvolvimento do mercado. Além
disso, as empresas
pretendem estimular a criação de
soluções baseadas na tecnologia e que
acelerem o processo de inclusão digital e social no
país.
http://www.fitec.org.br
/ http://www.aptel.org.br
Artigo sobre
PLC da NetworkDesigners - Redes
PLC
by Milton Lima
30 Sep 2003
Just Plug It In: Networking Via Power
Circuits
HomePlug: Every outlet a network port?
Por
um fio Revista TI
Internet
via rede elétrica
Internet
pela tomada, em 2004
11/12 15h47
AES
Eletropaulo testa internet por rede elétrica
Terça-feira,
29 de Julho de 2003 - 12h00
IDG Now!
Ligue-se a Web pela tomada. Este é teste que a AES
Eletropaulo, distribuidora
de energia elétrica, vai fazer durante o Brasiltec 2003,
evento que começa
hoje (29/07), em São Paulo.
A empresa estará em um prédio inteligente,
erguido no Expo Center Norte
especialmente para o evento, no qual os visitantes poderão
acompanhar a
transmissão de dados e imagens via rede elétrica.
"Estamos estudo a tecnologia", explica Victor Kodja, diretor de
clientes corporativos da AES Eletropaulo. O executivo adiantou que
não há
planos imediatos de lançá-la comercialmente e que
o objetivo não é competir
com as operadoras de telecomunicações e
provedores de internet.
A AES Eletropaulo usa a tecnologia PLC (Power Line Communication),
desenvolvida
pela empresa EBA Plc. O custo dos modems, de acordo com Kodja, ainda
é alto.
"Creio que só daqui a três anos ela
será viável comercialmente."
De acordo com Kodja, o objetivo principal da Eletropaulo é,
em um futuro, usar
a tecnologia para o seu negócio de
distribuição de energia, para realizar
telemedição e comandos a distância. "
Internet
na rede elétrica
Movimento
Velocidade Justa vai
conhecer o PLC, novo sistema de transmissão de dados em
testes pela Copel
Telecomunicações S/A.
Navegando
na Internet por um fio
Em
um país como o nosso, onde
aproximadamente 95% das casas têm acesso à
eletricidade, a transmissão de
dados pela rede elétrica pode ser uma
solução interessante. Mas a coisa não
é tão simples assim.
Mário
Nagano, PC World 04/04/2002 11:54:24
Just
Plug It In: Networking Via Power Circuits
From
the April 2002 issue of PC
World magazine
HomePlug:
Every outlet a network port?
Redes
PLC - Internet via Rede
Elétrica
by Milton Lima 30 Sep 2003
Link Original
http://networkdesigners.com.br/news/index.php?option=news&task=viewarticle&sid=21
INTRODUÇÃO
Com o desenvolvimento da tecnologia Power Line Communication (PLC), que
permite
transmissões de sinais por onda portadora em redes de
distribuição de
energia, surge mais uma opção de conectividade em
banda larga, além dos
sistemas wireless, de satélite e cabos coaxiais das
operadoras de TV por
assinatura.
Com o passar do tempo os meios de comunicação
vão se integrando e a exigência
de novos meios de velocidade na transmissão de dados,
além da busca pelo último
usuário faz com que a PLC seja a alternativa mais barata e
viável, a
velocidade de transmissão numa rede PLC pode chegar
até 14 Mbps dependendo da
quantidade de usuários conectados. Redes PLC
Link
de origem: http://www.plca.net/whatisplc.asp
Visite!
What is
PLC
An illustration on how PLC works
The new generation of Power Line Communications utilizes the latest in
modem and
chipset technology to deliver high speed data transmission and
broadband
communications across an electric utility's medium and low voltage
distribution
systems. The services that PLC will support fall into two categories.
Internet Access/Home &
Business Networking
Broadband Power Line Communications or PLC is simply data transfer via
a
combination of the power network within the home or office, the
metropolitan
power distribution grid. Of key importance here is that no new wires
need to be
installed in the "last mile," and PLC takes advantage of the largest
network on earth by far, the global power grid.
Utility Related Services
Although the The PLC Network is based on the power distribution
network, it will
be able to provide and will enable services to utility the power
network
operators to improve the safety and efficiency of the power network.
These
services include: Network Switching, Network Monitoring Fault
Diagnosis, Demand
side management of power distribution network, Remote load control,
Tariff
Switching, Meter reading telemetry.
Site NETWORK
DESIGNERS Visite!
Link de origem: http://www.endeavor.org.br/br/empreendedores/brasil/taho/news_02.htm
Visite!
A
internet através da rede elétrica
O sonho de usar a rede elétrica como meio de
comunicação dá mais um passo
para virar realidade comercial no Brasil. O país entrou para
o seleto grupo que
desde o ano passado domina a chamada tecnologia Power Line
Communication (PLC)
in-Home (ou dentro de casa), que, na prática, torna a rede
elétrica do prédio
um hub capaz de trabalhar com vários protocolos. Os usos
mais comuns vêm sendo
a substituição do cabeamento interno para redes
locais e para distribuição
de pontos de acesso internet a partir de um único
dispositivo de comunicação
(uma antena no alto do prédio no caso das
comunicações online, ou a central
telefônica).
Semana passada, um dos prédios mais antigos de
Petrópolis começou a usar os
dispositivos PLC criados na Fazenda Marambaia pela equipe do professor
Carlos São
Paulo, da Taho. São três modelos. Um
típico, daqueles em que basta plugar o
powerline na tomada elétrica e conectá-lo ao
micro através de um cabo de
rede; outro semelhante, no qual o cabo de rede dá lugar a um
cabo USB; e um
terceiro onde a conexão com o micro se dá
através de antenas wireless padrão
IEEE 802.11. Para este último a Taho trabalha num modelo que
poderá ser
atachado no bocal da lâmpada, no teto, ampliando a
área de cobertura. Onde
houver luz, haverá sinal! E vários micros
equipados com antenas poderão
acessar a web no mesmo ambiente, sem degradação
de sinal.
A solução Power Line foi a maneira mais
viável de levar o acesso web a todos
os apartamentos deste prédio em Petrópolis, que
tem seus dutos de passagem
para cabos completamente tomados pela rede elétrica e
telefônica. As outras opções
seriam a instalação de antenas em cada janela ou
a realização de obras para
passar o cabo de rede. Nos dois casos, a lista de problemas superava em
muito a
dos benefícios.. Em ambientes assim o canal de
rádio é seriamente afetado por
distorções. O que tornaria a
solução com antenas muito
instável.
No fim, o desafio particular acabou abrindo um mercado para a empresa,
que,
agora, negocia a terceirização da
fabricação do seu Power Line em larga
escala no país. A Taho pretende vendê-lo para
concorrentes do segmento
wireless e empresas especializadas em projetos de
automação predial e redes
locais. Já este ano.
A Taho não é a primeira empresa no Brasil a se
dedicar à tecnologia PLC. Em
2001 a Copel (Companhia Paranaense de Eletricidade), em parceria com a
alemã
RWE, realizou testes em Curitiba, levando conexão internet
de alta velo cidade
a 50 residências. A tecnologia era a PLC outdoor. O sistema
funcionou bem em
conexões de curta distância (máximo de
300 metros). Mais tarde, Cemig e
Eletropaulo, junto com a AES, também iniciaram projetos
pilotos de redes fora
de casa.
A rede de distribuição elétrica
é um meio extremamente hostil como canal de
comunicação. Experiências bem-sucedidas
neste sentido começaram a acontecer
recentemente, graças a outra tecnologia da qual iremos ouvir
falar muito, daqui
para a frente: OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing). Mesma
tecnologia usada para transmissão internet pelos celulares
3G, pela TV digital
(principalmente no padrão japonês) e pelo
rádio digital (FM). Se você é
estudante de engenharia elétrica ou de
telecomunicações, recomendo estudar
profundamente o padrão OFDM.
Já os interessados pela tecnologia Power Line encontram um
bom material em
português. A começar pela tese de mestrado do
Alexandre de Moura Vidal, disponível
em (?). E, em inglês, em (?), site da PLCForum Assotiation,
que, no ano
passado, publicou recomendações para
coexistência de redes elétricas e
digitais.
O INTERESSANTE do PLC dentro de casa é que a rede
está onde você está. No
quarto, na varanda, na sala... basta ter uma tomada por perto ..
É você que
muda o ponto de rede a seu bel-prazer.
Link de
origem: http://www.revista.unicamp.br/infotec/artigos/marcal4.html
Visite!
INTERNET
VIA REDE ELÉTRICA
Será possível esta maravilha ? Pelo mesmo fio que
alimenta meu computador, vou
ligar algum dispositivo e por ai também virão os
bits da Internet, ou de uma
Intranet de uma empresa, escola ? EXATAMENTE.
A tecnologia
Esta inovação já está em
testes em alguns países, principalmente na
Inglaterra (North West) na empresa NORWEB Communications (uma
união da Northern
Telecom -NORTEL- e United Utilities Company). Digital PowerLine
é uma solução
fim-a-fim completa, coloca um serviço Internet/Intranet de
uma sub-estação de
eletricidade até a casa do usuário ou seu
escritório. Na prática ela
transforma as baixas voltagens da infra-estrutura de um segmento de
eletricidade
existente em uma intranet, e assim o cliente é atendido por
uma LAN em sua casa
ou escritório. O melhor da tecnologia: Ela prove uma
conexão permanente com o
usuário, ou seja 24 Horas (como a energia
elétrica), a uma velocidade de 1
Mbps.
Esta tecnologia foi anunciada a aproximadamente um ano, e desde esta
data conta
com mais de 70 usuários conectados fazendo testes. A NORWEB
anunciou que está
pronta para ligar mais 1500 pontos e, para isso conta com seis
subestações elétricas
já prontas, powerline ready.
A tecnologia é muito nova e ainda se tem uma
projeção de ficar em testes e
trials com usuários por mais algum tempo, isto na
área de operação da NORWEB
na Inglaterra, mas em outras áreas não se sabe
exatamente os planos de cada
companhia de eletricidade. Sendo assim, a
implementação desse recurso depende
muito das empresas e de seus planos de
implementação para cada região. Os
diretores da NORWEB já arriscam dizer que a tecnologia
está pronta para o
grande mercado que vai ser tão comum como é hoje
uma linha telefônica para se
ligar na Internet. Sendo uma conexão de 1 Mbps, inicialmente
será uma grande
alternativa para usuários domésticos ou pequenos
negócios. Os grandes negócios
atualmente estão com necessidades de maior velocidade,
optando por alternativas
como fibra-óptica, satélite, rádio,
enfim, opções que são mais adequadas.
Os custos deste tipo de conexão ainda estão
indefinidos, mas certamente no
mercado altamente competitivo, não poderá ser
mais caro que alternativas de
mesma velocidade e eficiência (CATV, Rádio,
Satélite).
O tipo de equipamento necessário, além do PC, MAC
ou outro, em casa/escritório
é uma caixa pequena ligada junto a corrente
elétrica e outra maior próxima a
seu computador. As caixas são ligadas através de
um cabo coxial. O computador
é ligado à caixa maior através de uma
interface ethernet. A velocidade
nominal da tecnologia é de 1 Mbps, porém em
momentos de pico de carga, pode
ser inferior a isso, mas nunca foi observada uma performance menor que
ISDN, por
exemplo. Esta questão de velocidade atualmente na Internet
é muito relativa.
Muito da performance dela está ligada a outros fatores, que
não a última
milha, ou seja o tráfego em diversos backbones é
que dita a performance da
rede. Em relação a Cable Modems, a velocidade
é inferior, pois estes estão
na ordem de 10 a 50 Mbps (downstream).
Regulamentação/Padrões
A tecnologia como já dissemos proverá velocidades
da ordem de 1 Mbps, portanto
um espectro de 0 a 1MHz são necessários
(assumindo 1 Hz para 1bit). Se vamos
utilizar este espectro, e uma infra-estrutura de fio
metálico existente, então
necessitamos de um espectro de rádio, mas para a
segurança temos que gerenciar
também a harmonia necessária entre todas novas
tecnologias em cabos (DPL,
ADSL, HDSL, VDSL, XDSL).
Nas divisões existentes, temos a faixa de 3 a 148.5 KHz, que
não dá pra
acomodar serviços de alta velocidade. A faixa de 150 KHz
até 2.2 MHz é
utilizada para serviços de estações de
rádio de ondas longas e médias.
Resta então as frequências mais altas, acima de
2.2 MHz até 10 MHz.
Para a harmonia do espectro a ser usado por DPL é
necessário considerar os
serviços de banda de rádio de 2.2 a 10 MHz,
transmissões de rádio em ondas
curtas, rádio amador, serviços governamentais,
marítimos, aeronáuticos e
militares de comunicação (uso civil em
áreas urbanas). DPL foi desenhado para
utilizar o mínimo de energia destas
freqüências. O nível de entrada de
energia é de 05. MilliWatts em 10 KHz. Em termos de
freqüência atualmente a
NORWEB usa 2 MHz desta banda entre 2.2 e 10 MHz. A
alocação de freqüências
de rádio são regulamentadas pela ITU
(International Telecommunications Union),
como DPL foi desenvolvida na Inglaterra a RA (Radiocommunications
Agency) orgão
que regulamenta o uso civil naquele país, trabalha junto com
a NORWEB para
harmonizar serviços DPL com outras licenças.
Veja mais sobre o assunto em
http://www.nor.webdpl.com/index.htm
http://www.norwebcomms.com/index3.htm
Marçal dos Santos
Graduado em Ciência da Computação,
Unicamp, 81
Gerente de Desenvolvimento Tecnológico, Centro de
Computação, Unicamp
santosmd@lucent.com
Link de
origem: http://www.timaster.com.br/revista/materias/main_materia.asp?codigo=847&pag=1
Visite!
Internet
com boa perfomance e altíssima velocidade ao alcance da
tomada. Saiba como a
Power Line Communication pode transformar isso em realidade
Por Marcela Canavarro
Novos
caminhos
Se
o homem tem se tornado cada vez mais "tecnológico" e
dependente
dos recursos digitais que estão ao seu alcance, nada causa
mais ansiedade a ele
do que a evolução da tecnologia. O
século 20 moldou a Sociedade da
Informação
de tal forma que ela tende a se fortalecer cada vez mais. E a Internet
é uma
das principais responsáveis por isso.
Depois de ela invadir lares e empresas e se consolidar como um dos
recursos mais
importantes do novo século, diversas tecnologias
já foram desenvolvidas para
melhorar o acesso e dar mais versatilidade à rede. Nos
últimos anos, o usuário
já conheceu o acesso discado, via cabo, rádio ou
satélite. E agora está cada
vez mais próximo da possibilidade de conexão pela
rede elétrica.
Trata-se da Power Line Communication (PLC), também
é conhecida por Digital
Power Line (DPL), tecnologia que permite o tráfego de sinais
que contenham
informações como voz, dados e imagens pela mesma
fiação que é utilizada
para a transmissão de energia elétrica. A PLC
seria uma evolução das conexões
de banda larga já existentes, possibilitando uma taxa de
transferência muito
superior ao que se conhece hoje.
Para que isto seja possível, a Power Line Communication
exige apenas a instalação
de um Gateway junto aos transformadores de rua, que por sua vez
transmite o
sinal para um modem especial, ligado entre o computador e a tomada. O
fio da
rede elétrica serviria apenas como um meio físico
de transmissão do sinal,
mas a eletricidade em si não teria qualquer
influência nesse processo.
- Pelos testes que fizemos e pelos resultados obtidos, a PLC
é um marco.
Teremos a Internet antes e depois da PLC, porque a velocidade, a
confiabilidade
e a performance são muito superiores ao que conhecemos hoje
– diz o gerente
de Infra-estrutura da Light, Paulo Magalhães.
Vamos aos testes?
No Brasil, algumas empresas deram início às
primeiras experiências com a
tecnologia PLC, entre elas Eletropaulo, Cemig, Light e Copel, e os
resultados
foram satisfatórios.
Na Light, os tiveram início em outubro de 2002, em quatro
prédios residenciais
e quatro comerciais, todos selecionados pela própria
empresa, a partir de critérios
técnicos e do potencial de uso do serviço.
Além disso, foi montado um centro
de operações, de onde todo o desempenho da
tecnologia foi monitorado.
O objetivo era analisar as diferentes topologias da rede
elétrica e como a PLC
se comportaria em cada uma delas. Para isso, foram escolhidos
edifícios com
redes distintas, como um prédio de 32 andares e outro de
nove, por exemplo.
Foram testados também circuitos de baixa e média
tensão, de 127v e 13.800v,
respectivamente.
Como o formato da rede elétrica influencia na
eficiência do serviço, o
tamanho do prédio acaba modificando a banda
disponível em cada tomada. O nível
do sinal também varia, em função da
distância entre o andar onde está sendo
feito o teste e a localização do transformador. A
escolha da localização
desses prédios foi feita com base na capacidade de mercado,
ou seja, da
possibilidade de os usuários comprarem o serviço
no futuro. [continua abaixo]
http://www.timaster.com.br/revista/materias/main_materia.asp?codigo=847&pag=2
Modelo de
negócios
Segundo
Paulo Magalhães, a partir
dos testes, a Light concluiu que sua rede elétrica
é propícia para a
implantação
da Power Line Communication, o que indicaria que, tecnologicamente, o
serviço
está pronto para ser lançado no mercado
brasileiro.
- Atualmente, estamos analisando um modelo comercial que permita
lançar o serviço,
mas isso depende das parcerias comerciais com os fornecedores da
tecnologia, em
termos de participação acionária na
empresa. É preciso também criar uma
empresa nova para isso, porque a Light não pode prestar
serviço de telecom –
diz Paulo Magalhães.
O modelo de negócios a ser seguido para a
aplicação comercial da PLC no
Brasil ainda está em discussão.
Magalhães diz que a parceria entre a Light e
essas empresas não permite que o andamento das
negociações seja divulgado.
Por esse motivo, ainda não é possível
fazer uma previsão sobre a forma de
tarifação ou custos do serviço para o
consumidor.
Parte do cotidiano
A necessidade de transferência de dados e de acesso
à informação pela
Internet já está tão arraigada nas
empresas, nas instituições de ensino,
nos órgãos do governos e no dia-a-dia do
cidadão comum, que algumas horas com
a rede fora do ar, em alguns casos, podem causar sérios
prejuízos.
Além disso, a influência da Web na vida das
pessoas atinge também um lado
subjetivo inimaginável há algumas
décadas. Hoje, o tempo necessário para o
download de um arquivo pode se transformar em um fator de
irritação comparável
às obrigações mais estressantes do
cotidiano.
A Power Line Communication pode ser uma grande aliada nessa controversa
relação
do homem com uma tecnologia já tão inerente aos
processos de trabalho, lazer e
informação, e que ao mesmo tempo ainda
não atingiu níveis satisfatórios de
eficácia e confiabilidade.
Poder de fogo
Especialmente no Brasil, onde a Internet atinge apenas 8% da
população, mesmo
entre aqueles que têm acesso à rede, poucos
usufruem de uma conexão de banda
larga. Por isso, a PLC é uma ótima
solução para resolver dois problemas de
uma só vez, de forma simples e barata: a
democratização do acesso e a
qualidade da conexão.
Isso porque, com a PLC, o tráfego de
informações aproveitaria a estrutura
elétrica
já existente e difundida por todas as regiões do
País, sem que fosse necessário
fazer adaptações na rede elétrica.
Hoje, apenas a instalação do modem e do
Gateway já habilita qualquer pessoa a acessar a rede a
velocidades que podem
chegar a 45 Mbps.
- O fato de utilizar a estrutura elétrica amplia o potencial
de mercados que
estavam totalmente à margem disso. Essa estrutura tem uma
penetração social
de 90% - diz o engenheiro de Projeto de
Telecomunicações da Cemig, Ângelo
Aranha.
À moda brasileira
Os testes feitos pela Cemig não chegaram a resultados
tão otimistas quanto os
da Light. Ângelo Aranha diz que, para que a PLC atinja um
padrão de nível
comercial no Brasil, é preciso que algumas
modificações sejam feitas nos
produtos existentes. Isto porque os equipamentos testados pela Cemig,
desenvolvidos pela empresa suíça Ascom,
não se adaptaram ao clima tropical do
País.
O grande problema eram os horários em que o sol batia
diretamente nas caixas
onde os Gateways estavam instalados, e que por conta disso chegavam a
atingir
temperaturas muito altas, fazendo com que o sistema parasse de
funcionar.
Segundo a Light, esse mesmo problema foi solucionado em seus testes com
a
utilização de um bastidor climatizado para manter
a estabilidade da
temperatura interna do equipamento.
[continua abaixo]
http://www.timaster.com.br/revista/materias/main_materia.asp?codigo=847&pag=3
E dá-lhe
testes!
Os
primeiros testes da Cemig começaram
a ser feitos em novembro de 2000, durante 15 dias, em casas do
Belvedere, bairro
de classe alta de Belo Horizonte, em Minas Gerais.
A partir desse projeto-piloto, a Cemig desenvolveu um teste mais
abrangente, que
teve início em novembro de 2001, e para o qual a empresa
selecionou três
locais com estruturas elétricas diferentes.
O objetivo era observar o resultado da tecnologias em ambientes
diversos. Foram
escolhidos um prédio antigo, com
instalações velhas e degradadas; cinco casas
no Belvedere, com um consumo elevado de energia; e uma escola
pública, com uma
sala de 20 computadores, para testar o serviço em ambiente indoor.
Quase um ano depois, somente as casas do Belvedere ainda
estão sendo testadas,
desta vez em parceria com a empresa argentina EBA, que utiliza
tecnologia
espanhola.
A Power Line Communication testada pela Cemig é baseada em
circuitos de baixa
tensão, de 220v ou 127v. Já os modens usados nos
testes custaram R$ 3 mil,
cada um. As condições para uma
possível aplicação comercial do
serviço, no
entanto, ainda não estão definidas, porque os
preços tendem a cair, caso haja
uma demanda maior pelo serviço.
- Todas as pessoas que têm um transformador ligado a suas
casas são clientes
potenciais da PLC. A estrutura da rede elétrica brasileira
permite um número
de usuários por transformador muito maior que nos Estados
Unidos, por exemplo
– diz Paulo Magalhães.
Agindo com cautela
Em todo o mundo, as aplicações comerciais da PLC
ainda são tímidas. Na
maioria dos países nos quais a Power Line Communication
está sendo testada, o
serviço está em fase de
regulamentação. Para Ângelo Aranha, a
implementação
dessa tecnologia no Brasil depende da boa vontade dos fabricantes e de
questões
políticas regulatórias.
- Isso depende do interesse dos fabricantes, não
só do mercado brasileiro como
também do latino-americano. Do ponto-de-vista
técnico, são problemas
totalmente solucionáveis, mas que necessitam de escala para
que os fabricantes
tenham retorno. E eles ainda não estão sentindo
que o mercado brasileiro
esteja maduro – explica.
Segundo Aranha, a parceria da Cemig com a Ascom impede que se as
deficiências
detectadas nos equipamentos e as soluções
desenvolvidas a partir desses
resultados sejam divulgadas. Fica vetada também qualquer
espécie de comparação
entre a tecnologia da empresa suíça e as outras
testadas pela Cemig.
[continua abaixo]
http://www.timaster.com.br/revista/materias/main_materia.asp?codigo=847&pag=4
Telecom x DPL
Uma
das dúvidas que pairam no ar sobre a Power Line
Communication é como se
dará a relação entre as empresas
fornecedoras da tecnologia em si e as
empresas de telecomunicações que hoje ainda
têm participação importante na
oferta do serviço de acesso à Internet no Brasil.
Em um ponto, Paulo Magalhães e Ângelo Aranha
concordam: a chegada da PLC ao
mercado brasileiro pode ajudar a alavancar a
competição no setor de telecom no
País, o que seria extremamente positivo para os
consumidores. Isso porque,
atualmente, as empresas que herdaram a antiga rede da
Telebrás dominam o
mercado de telefonia, enquanto as demais ainda têm
dificuldades para estruturar
suas redes de acesso.
Nesse caso, as parcerias com fornecedores de tecnologia PLC podem ser o
caminho
ideal para as empresas de telefonia local ganharem força e
se fazerem mais
presentes no mercado.
Boas perspectivas
Outra contribuição que a Power Line Communication
pode trazer para os
brasileiros é relativa à inclusão
digital. Fazer a Internet chegar a uma
parcela maior da população será mais
fácil caso o serviço seja oferecido
pela rede elétrica. Por já possuir uma estrutura
bastante difundida na
sociedade, os custos com infra-estrutura seriam drasticamente reduzidos.
Francisco Neves e Vítor Gic são alguns dos
primeiros brasileiros a desfrutar
das vantagens de uma conexão PLC. Eles têm acesso
à rede via fiação elétrica
por intermédio dos testes que a Light está
realizando no País.
Neves, que é consultor na área de TI, mora em um
prédio de nove andares em
Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro. Ele utiliza três PCs
e um notebook e vê
na PLC a grande vantagem de dar flexibilidade e mobilidade aos
computadores, o
que não tinham até então.
Segundo ele, mesmo quando os quatro computadores estão
usando a Internet
simultaneamente, a taxa de transmissão é
satisfatória. Nos horários de pico,
a qualidade da conexão é um pouco prejudicada,
mas a diferença é pequena.
- A vantagem é que, como a PLC realmente permite uma banda
larga acima do
normal, vai ser possível trafegar dados, voz e
vídeo, abrindo a possibilidade
de aplicação de
vídeo-conferência dentro das residências
– diz Neves.
No caso de Vítor Gic, o impacto foi ainda maior. Ele tem
acesso à tecnologia
PLC na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, onde trabalha como diretor e
professor da Oficina de Desenho Daniel Azulay. O curso não
tem uma rede interna
de computadores, mas a mobilidade proporcionada à
única máquina que utiliza a
tecnologia permitiu facilitar a estruturação das
aulas.
- Trabalhamos muito com imagens e também com
vídeos, dependendo do curso. A
maior facilidade é o fato de conseguir fazer o download de
arquivos de forma
muito rápida, o que nunca conseguiríamos se
não fosse com a PLC – observa
Gic.
As possibilidades de uso da Power Line Communication são
muitas. Resta-nos
aguardar e observar como a Internet vai se estruturar com a chegada
deste novo
caminho de acesso à rede.
http://www.dailywireless.org/modules.php?name=News&file=article&sid=911
http://www.dailywireless.org/modules.php?name=News&file=article&sid=770
http://www.nor.webdpl.com/index.htm
http://www.norwebcomms.com/index3.htm
How
Power-Line Networking Works
Origem:
Estadão : http://txt.estado.com.br/suplementos/info/2003/12/01/info023.html
Visite!
Internet pela tomada pode
estrear em 2004
(01/12/2003)
Eletropaulo dá últimos retoques em sistema que
cria a banda larga de acesso
universal
ROBINSON DOS SANTOS
A Eletropaulo está com pressa. Quer pôr em
funcionamento já em 2004 sua rede
de banda larga via tomada elétrica. "Ainda não se
definiu nosso papel, se
será de alugar o uso dos fios para uma operadora ou atuar
junto ao usuário
final", explica o diretor de marketing da empresa, Luiz
Hernandes.
"Mas estamos bastante interessados no desenvolvimento e na
aplicação da
tecnologia."
A transmissão de dados via rede elétrica
é conhecida pelo jargão PLC, de
Powerline Communications, e se baseia em tecnologia dos anos 30. "O
truque
é transmitir sinais de freqüências
diferentes pelo mesmo fio", resume o
responsável pela tecnologia dentro da Eletropaulo, Paulo
Pimentel. A diferença
é que, enquanto a eletricidade caminha na
freqüência de 60 hertz (ciclos por
segundo), os dados voam na faixa de 5 a 30 megahertz
(milhões de ciclos por
segundo).
Os detalhes técnicos ainda precisam ser normatizados pela
Anatel, a agência
governamental que regula o setor. Mas, pelos testes feitos na capital
pela
Eletropaulo, o futuro da tecnologia é garantido. "Nossos
testes, feitos em
grupos pequenos de 30 usuários em prédios e
condomínios, mostraram que seu
uso é seguro", explica Pimentel. Segundo o
técnico, o maior temor do
grupo de estudos da Anatel - a irradiação de
sinal e interferências - não
foi constatado.
Mistura de redes
A internet pela tomada tem uma topologia interessante. Para que
funcione, novos
aparelhos seriam instalados junto aos transformadores dos postes. Eles
receberiam uma ponta dos cabos de fibra óptica que
atravessam a cidade. Os
dados então chegariam pela rede elétrica
até a casa do usuário, onde um
modem especial filtraria o sinal da eletricidade e entregaria o sinal
de dados
ao PC.
Aplicações para a tecnologia não
faltam, segundo Luiz Hernandes. "Prédios
antigos e históricos, que não comportariam um
cabeamento convencional,
poderiam se tornar online de forma instantânea", conta.
Ambientes de
exposições, como o Parque Anhembi,
também seriam beneficiados. Outro
importante trunfo é a exploração de
uma rede de cabos e postes que já está
pronta e atende a praticamente 100% do município.
Os testes efetuados pela Eletropaulo usaram componentes da 1.ª
geração do
PLC. Com eles, foram obtidos velocidades de dados da ordem de 45
megabits/s.
Pimentel ressalta que a banda é dividida entre os
usuários
"plugados" a um mesmo transformador, mas isso não
será limitante.
"Temos em média 70 clientes para cada transformador, o que
resulta num
desempenho melhor que as opções de banda larga
disponíveis hoje."
E o futuro promete, pois novas tecnologias apresentadas no congresso
Futurecom,
realizado em outubro em Florianópolis (SC), vão
permitir largura de banda de
até 206 megabits/s em equipamentos até 70% mais
baratos. "2004 será o
ano do PLC", aposta Pimentel. (continua abaixo)
Origem:
Estadão http://txt.estado.com.br/suplementos/info/2003/12/01/info017.html
Visite!
Solução
para rede local já está pronta
Para ligar micros em rede, basta uma tomada. É o que
propõe a fabricante de
computadores Kelow. A empresa começa a vender o Lanplug
Kelow, tecnologia que
inclui bridge Ethernet e adaptador USB para interligar micros em rede e
à
internet usando a rede elétrica existente.
A rede via tomada concorre diretamente com a tecnologia Wi-Fi. "O
problema
do wireless é que paredes de alvenaria interferem no sinal e
muitas vezes
exigem repetidores, que encarecem a solução",
avalia o gerente de operações
Paulo Giraldes.
O Lanplug Kelow
é indicado para redes
temporárias, como em estandes, ou na expansão de
redes existentes. No esquema
do Lanplug, o bridge Ethernet faz a ponte entre a rede local via tomada
e a rede
externa. Já os adaptadores USB ligam o micro à
tomada e os integram à rede. A
velocidade de dados pode chegar a 14 megabits por segundo.
Na instalação é preciso ficar atento a
algumas limitações. A distância
entre micros da rede não pode superar 300 metros.
Além disso, a solução só
integra micros que estiverem dentro da mesma rede elétrica
(sob o mesmo relógio
de luz). Cada peça do Lanplug Kelow (bridge ou adaptador)
custa R$ 450. A Kelow
acena com a possibilidade de fabricação local das
peças em 2004.
http://www.lightplc.com.br/fr/imprensa_5.htm
Light
testa uso de rede de distribuição para
serviços de Internet
Cristiane Alvim, Internet e Cia
22/04/2003
Serviço, que utiliza tecnologia PLC, começou a
ser testado em outubro de 2002.
Avaliação leva em conta
propagação do sinal na rede e viabilidade
comercial
A Light Serviços de Eletricidade está testando o
uso de sua rede de distribuição
para serviços de Internet, com a tecnologia PLC (Power Line
Communications). Os
testes, iniciados em outubro de 2002, buscam avaliar a
propagação do sinal PLC
na rede elétrica e a viabilidade comercial do produto. O
projeto-piloto está
sendo feito em bairros do Rio de Janeiro
A empresa não quer falar dos investimentos, em
razão do caráter estratégico
do projeto. Segundo Paulo Magalhães, gerente de
Desenvolvimento de Negócios de
PLC, para adotar este tipo de conexão não
é necessário fazer nenhuma
adaptação
na rede elétrica. Só é preciso,
acrescenta, fazer as alterações na
configuração dos equipamentos que
serão conectados à rede.
A Light pretende expandir os testes para a Baixada Fluminense, entre
outras áreas.
A estudo de implantação da tecnologia PLC
está sendo realizado em parceria
com a EDF (Electricité de France), controladora da empresa,
que presta suporte
técnico à equipe brasileira.
"Os testes estão sendo bem planejados para que, no futuro,
possamos
aproveitar a grande cobertura que a rede elétrica
propociona. Com essa
tecnologia podemos transmitir dados, voz e imagem em banda larga",
explica
Magalhães. Atualmente a tecnologia PLC já
está sendo utilizada em outros países
como a Alemanha, a Suíça, a Áustria e
a Espanha.
Bons resultados - O acesso à Internet é feito de
maneira simples, utilizando
um modem que é ligado diretamente à rede
elétrica pela tomada. De acordo com
Magalhães, a aceitação do produto tem
sido grande. "Os resultados dos
testes têm superado as nossas expectativas. Os clientes em
teste estão
considerando esse tipo de conexão muito melhor do que os
sistema tradicionais.
Muitos solicitam que não retiremos os modems de suas casas",
comenta.
Para definir a viabilidade comercial do serviço,
Magalhães explica que ainda
é necessário uma avaliação
completa da qualidade do produto, levando em
consideração a velocidade de
transmissão e a frequência de
interrupção,
por exemplo. A Light ainda não estabeleceu prazo para a
conclusão dos testes e
nem para a implantação comercial do
serviço.
A rede de energia, além de servir para fazer a
conexão à Internet, também
pode ser utilizada para suprir as necessidades de empresas de
telecomunicações
que não possuem rede própria, segundo
Magalhães.
"Futuramente, poderemos negociar com empresas como a Vésper
e a Intelig
para que elas usem a rede elétrica como rede de acesso. A
rede elétrica pode
ser utilizada não só para transmitir dados, voz e
imagens como pode servir à
telefonia e transmissão de vídeos", comenta
Magalhães.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u13517.shtml
29/07/2003 -
17h24
Eletropaulo
testa acesso à internet por rede elétrica
FERNANDA K. ÂNGELO
da Folha Online
Já imaginou ligar o computador na tomada e automaticamente
tê-lo conectado à
internet? É essa a proposta da nova tecnologia PLC (Power
Line Communication)
que a AES Eletropaulo está testando durante a Brasiltec
2003, evento que
acontece esta semana no Expo Center Norte, em São Paulo.
Uma rede baseada na PLC está em
demonstração no Prédio Inteligente. O
prédio
de 3.500 m2 foi construído
especificamente para a Brasiltec 2003.
A nova tecnologia de comunicação por rede
elétrica foi desenvolvida em
parceria com a EBA (Enterprise Buenos Aires) e ainda está em
fase de estudo,
segundo Victor Kodja, diretor de clientes coorporativos da Eletropaulo.
Kodja explicou que atualmente, a PLC pode ser usada apenas em redes
internas, e
depende de estruturas externas de terceiros.
Embora ainda não haja nenhum modelo de negócios
definido, o serviço deve ser
oferecido em parceria com as operadoras de
telecomunicações e provedores de
internet. "A Eletropaulo não tem nenhum interesse em se
transforma em um
provedor de internet", assegurou Kodja.
A Eletropaulo cuidará da replicação de
sinal, que se dará por modems
instalados em postes de energia elétrica.
Segundo o Kodja, atualmente a rede em teste tem capacidade de
transferência de
dados e voz de 45 mbps (megabits por segundo). Em um ano, essa
capacidade chegará
a 200 mbps e, dentro de dois a três anos, a PLC
estará disponível
comercialmente.
Kodja explica que a PLC tem diversas outras
aplicações, incluindo,
evidentemente, a distribuição de energia, com
recursos de medição e comandos
remotos.
Internet
pela tomada pode estrear em 2004
Eletropaulo dá últimos retoques em sistema que
cria a banda larga de acesso universal
A Eletropaulo
está com pressa. Quer pôr em funcionamento
já em 2004 sua rede de banda larga via tomada
elétrica.
"Ainda
não se definiu nosso papel, se será de alugar o
uso dos fios para uma operadora ou atuar junto ao usuário
final", explica o diretor de marketing da empresa, Luiz Hernandes.
"
Mas
estamos bastante interessados no desenvolvimento e na
aplicação da tecnologia."
A
transmissão de dados via rede elétrica
é conhecida pelo jargão PLC, de Powerline
Communications, e se baseia em tecnologia dos anos 30.
"O truque
é transmitir sinais de freqüências
diferentes pelo mesmo fio", resume o responsável pela
tecnologia dentro da Eletropaulo, Paulo Pimentel.
A
diferença é que, enquanto a eletricidade caminha
na freqüência de 60 hertz (ciclos por segundo), os
dados voam na faixa de 5 a 30 megahertz (milhões de ciclos
por segundo).
Os
detalhes técnicos ainda precisam ser normatizados pela
Anatel, a agência governamental que regula o setor. Mas,
pelos testes feitos na capital pela Eletropaulo, o futuro da tecnologia
é garantido.
"Nossos
testes, feitos em grupos pequenos de 30 usuários em
prédios e condomínios, mostraram que seu uso
é seguro", explica Pimentel. Segundo o técnico, o
maior temor do grupo de estudos da Anatel - a
irradiação de sinal e interferências -
não foi constatado.
Mistura
de redes - A internet pela tomada tem uma topologia
interessante.
Para que
funcione, novos aparelhos seriam instalados junto aos transformadores
dos postes. Eles receberiam uma ponta dos cabos de fibra
óptica que atravessam a cidade.
Os dados
então chegariam pela rede elétrica até
a casa do usuário, onde um modem especial filtraria o sinal
da eletricidade e entregaria o sinal de dados ao PC. Aplicações
para a tecnologia não faltam, segundo Luiz
Hernandes.
"Prédios antigos e históricos, que não
comportariam um cabeamento convencional, poderiam se tornar online de
forma instantânea", conta. Ambientes de
exposições, como o Parque Anhembi,
também seriam beneficiados.
Outro
importante trunfo é a exploração de
uma rede de cabos e postes que já está pronta e
atende a praticamente 100% do município.
Os testes
efetuados pela Eletropaulo usaram componentes da 1.ª
geração do PLC.
Com eles,
foram obtidos velocidades de dados da ordem de 45 megabits/s.
Pimentel ressalta que
a banda é dividida entre os usuários "plugados" a
um mesmo transformador, mas isso não será
limitante.
"Temos em
média 70 clientes para cada transformador, o que resulta num
desempenho melhor que as opções de banda larga
disponíveis hoje."
E o futuro
promete, pois novas tecnologias apresentadas no congresso Futurecom,
realizado em outubro em Florianópolis (SC), vão
permitir largura de banda de até 206 megabits/s em
equipamentos até 70% mais baratos. "2004 será o
ano do PLC", aposta Pimentel.
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