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VoIP
- Voice over IP
Que ATA usar para minha operadora voip ?
Estatísticas
de VoIP - Mais de 262 mil assinantes
de telefonia fixa VoIP
Voz sobre IP
é uma tecnologia que tem uma
utilização crescente, no Brasil, pois oferece
custo de ligações DDD e DDI
muito reduzidos, e os equipamentos necessários tem um custo
acessível, e vem
caindo dia a dia.
As
operadoras de telefonia tem utilizado
bastante essa tecnologia, para reduzir seus custos, mas evidentemente
não
desejam que ela seja utilizada por seus assinantes, pois perderia
receita.
Mas o
progresso é inevitável, pode-se tentar
adiá-lo, mas ele sempre vem, e é o que
está acontecendo com essa tecnologia.
VoIP -
Ligue
grátis via internet
Telefonia
IP para todos
Operadoras
voip mal intencionadas
VoIP - Qualidade - A qualidade
Voip não esta apenas na net
Skype -
Telefonia VoIP gratuita, entre usuários, ou paga, mas
econômica, para
telefonia fixa DDD e DDI
Basip -
Telefone adaptado, de baixo custo, para uso com o Skype.
GIZMO - Permite
falar de graça com telefones fixos
- “Achei
recentemente um software capaz de concorrer com o Skype em recursos e
que está com um atrativo muito especial: Você pode
falar de graça para telefones fixos no Brasil e ao se
cadastrar ainda recebe um número de telefone SIP.
Esse software é o GIZMO (http://gizmoproject.com/) e o
funcionamento é o seguinte, você pode ligar
gratuitamente para qualquer número fixo que esteja no
cadastro de seus contatos. Então quanto mais
usuários cadastrados maior o número de telefones
fixos com os quais você poderá falar sem custos :)
O Software é gratuito, mas não é
livre, no entanto tem versão para LINUX, além de
MAC e Windows também. Maiores detalhes por favor vejam o
artigo http://gentoo-br.org/river/artigos/gizmo.html
ou então o próprio site do GIZMO”
Fonte: Br-Linux
Alguns
links:
Artigos
- A
lenda da Voz sobre IP 17/09
- VoIP
com wireless – uma combinação perfeita
15/07
- Os
desafios do VoIP 29/07
- Voz sobre IP:
Regulação a caminho - Parte I
-
Voz sobre IP:
Regulação a caminho - Parte II
-
QUALIDADE
DE SERVIÇO EM VoIP - PARTE1 Adailton J. S. Silva
-
Voice
over IP e a Identificação de Chamada
-
Telefonia
IP Huber Bernal Filho
Tópicos: Inicial - O que é -
Arquitetura - Protocolos - Ambiente Corporativo -Internet -
Considerações finais - Teste seu entendimento
-
Proteção
de mercado
Anatel
precisa regulamentar telefone por internet
por Demócrito Reinaldo Filho
- Aspectos
jurídicos da VoIP
As dificuldades para sua
regulamentação
por Demócrito Reinaldo Filho
Telefonia
IP já faz 36% das ligações para fora
do Brasil
Talita Moreira
Valor Econômico
Mais de um
terço das
ligações de longa distância do Brasil
para o
exterior é feita por meio de empresas que não
têm
licença da Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) para atuar no setor.
A conclusão é de um estudo que a Abrafix,
associação das concessionárias de
telefonia fixa,
encomendou à consultoria BDO Trevisan para traçar
o
cenário da competição no mercado. Os
números mostram o rápido avanço da
tecnologia de
voz sobre protocolo de internet (voz sobre IP), que barateia as
chamadas internacionais.
De acordo com o levantamento, as operadoras chamadas de "ilegais" pela
Abrafix representaram 36% do tráfego de
ligações
do Brasil para o exterior no ano passado. Em 2003, o número
foi
de 28%. Com isso, as empresas de telefonia deixaram de faturar R$ 880
milhões e de repassar R$ 252 milhões em impostos
no ano
passado.
Os valores ainda são pequenos. Juntas, as
concessionárias
de telefonia fixa (Telemar, Telefônica e Brasil Telecom)
faturaram perto de R$ 50 bilhões no ano passado -
excluídos os serviços de celular.
Porém, o ritmo
de crescimento preocupa o setor, que tem pedido uma revisão
do
ambiente regulatório.
"Os objetivos para o setor têm se partir do governo. Talvez
não se esteja percebendo a importância do que
está
acontecendo", diz o presidente da Abrafix, José Fernandes
Pauletti.
O sistema funciona da seguinte maneira: por meio de uma rede IP, a
operadora "ilegal" completa a ligação
internacional num
PABX local, direcionando a chamada para a rede pública como
se
fosse uma ligação local. O serviço
é
oferecido geralmente por empresas estrangeiras, muitas das quais
têm autorização para prestar telefonia
em seus
países de origem. Elas atuam em duas vertentes.
No modelo mais antigo, as companhias vendem cartões
telefônicos internacionais. Por meio deles, o
usuário liga
para um número que direciona a chamada para o exterior para
uma
rede IP. Serviços como esse são muito populares
em
países como os Estados Unidos.
Porém, a grande preocupação das
operadoras
é com empresas que oferecem ligações -
gratuitas
em alguns casos - por meio de softwares baixados pela internet. Com
eles, é possível fazer chamadas de um computador
para
outro ou para um telefone convencional. O "bicho-papão" das
teles é o Skype, que se tornou popular no mundo todo. Mas os
executivos do setor não ousam citar o nome dele. Costumam
classificá-lo como "aquele software que você sabe
qual
é".
Segundo Pauletti, as chamadas entre dois computadores não
são ilegais. "É um serviço privado, de
internet. O
problema é quando passam pela rede pública",
afirma.
A legislação brasileira estabelece que somente
empresas
autorizadas pelas Anatel podem prestar serviços de
telefonia.
É com base nisso que as operadoras apontam a ilegalidade dos
softwares ou das empresas que usam cartões.
No entanto, a tecnologia de voz sobre IP está jogando por
terra
esse conceito. Como impedir que alguém use um software como
o
Skype? E por que proibir o consumidor de usar um sistema que pode ser
mais barato?
Questões como essas estão em aberto na Anatel.
Por
enquanto, a agência tem considerado voz sobre IP como um
serviço de internet, que não precisa ser
regulado.
É o mesmo posicionamento adotado pela FCC,
órgão
que dita as regras das Telecomunicações nos EUA -
o que
tem gerado uma chiadeira geral das operadoras por lá.
No Brasil, as teles estão tateando o mercado. Até
agora,
nenhuma lançou serviços de voz sobre IP. Como
têm
posição dominante no mercado, as
concessionárias
têm atuado na defensiva.
A ameaça ainda é distante. O país
fechou o ano
passado com 2,1 milhões de acessos em banda larga, um
requisito
para o uso de telefonia IP. Porém, o levantamento da
Trevisan
estima que, em 2009, haverá quase 7 milhões o
número de usuários de voz sobre protocolo de
internet no
mercado brasileiro. No ano passado, havia 1 milhão.
"Para o consumidor é bom, desde que os competidores tenham
licença e atuem dentro das regras", afirma o diretor de
estratégia corporativa da Telemar, André Bianchi.
"O
problema são esses parasitas da internet que destroem valor
em
toda a indústria."
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Companhias rejeitam metas para
competição no setor
De São Paulo
As concessionárias de telefonia fixa questionam a
intenção da Anatel de estabelecer metas de
competição para as empresas.
Para sustentar sua argumentação, a Abrafix
(associação das operadoras) pediu à
BDO Trevisan
um estudo apontando o cenário atual e as fragilidades do
setor.
O documento foi levado à Anatel e aos Ministérios
das
Comunicações e da Fazenda.
"Não precisa ter um plano de
competição, que
não é algo qualificável. Já
temos um plano
de universalização", diz o presidente da Abrafix,
José Fernandes Pauletti.
O levantamento aponta as metas mais rígidas de
universalização, a concorrência da
telefonia
móvel, a voz sobre IP e o sistema de tarifas de
interconexão adotado no país como desafios que
podem
colocar em risco a estabilidade do modelo do setor. Outra
ameaça
apontada pelo documento é nascente
competição das
operadoras de TV a cabo em telefonia a internet.
"É um segmento que requer investimentos altos. Precisa haver
estabilidade regulatória", avalia o consultor Roberto Haag,
da
BDO Trevisan.
Segundo Pauletti, o estudo também pode servir como base para
o
debate sobre a necessidade de mudanças na
legislação de
Telecomunicações. "O que se
quer do modelo? Lá atrás (antes da
privatização, em 1998) se colocaram os objetivos
de
universalização e qualidade dos
serviços. Hoje,
eles ainda são os mesmos", diz. (TM)
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Contexto
A transmissão de voz sobre protocolo de internet
está se
desenhando como a maior revolução na telefonia
desde que
ela foi criada pelo escocês Alexander Bell, em 1875 - para
desespero de operadoras e reguladores. O sistema de
comutação de pacotes está cedendo
espaço
para um modelo em que os sons navegam em redes de dados. Isso permite o
surgimento de empresas que oferecem telefonia pela internet, sem
investir numa infra-estrutura própria. Dessa forma,
conseguem
oferecer preços muito menores que os dos serviços
comuns.
Essas mudanças levaram as operadoras a uma
situação inédita. O tráfego
de
ligações está estagnado e
não há
perspectivas de que volte a crescer. Mais do que isso, os novos
serviços acarretam perdas para as teles. Para completar uma
chamada num telefone convencional, as empresas IP utilizam a rede das
operadoras e em alguns casos não pagam
interconexão. Para
se adaptar aos novos tempos, as operadoras apostam na oferta de em
banda larga e de serviços como telefonia móvel e
transmissão de vídeos.
Dar um "jeitinho" para reduzir a conta de telefone não
é
exclusividade dos tempos da internet. Nos anos 80 e 90, tornou-se
conhecido o chamado de "call-back". A pessoa ligava para um
número no exterior e recebia a chamada de volta, pagando bem
menos. Porém, era um artifício muito mais
restrito e
fácil de controlar. A questão da "legalidade" dos
serviços de voz sobre IP, levantada pelas
concessionárias, apóia-se num modelo
regulatório
que foi atropelado pela tecnologia.
Skype põe operadoras em xeque, mas diz que
negócios são complementares
Ricardo Cesar De São Paulo
Em fevereiro de 2004, Michael Powell, presidente da Federal
Communications Commission, órgão regulador do
mercado
americano de Telecomunicações, disse à
revista
"Fortune" que, quando instalou o Skype, percebeu que "o mundo
inevitavelmente iria mudar". Foi talvez a
declaração de
maior peso entre muitas que foram dadas sobre como o software coloca em
xeque o modelo das operadoras tradicionais.
A empresa emprega uma tecnologia conhecida como voz sobre IP, que
permite que a voz humana trafegue pela internet da mesma forma que
ocorre com dados eletrônicos, como um e-mail, por exemplo.
Com
isso, o custo para estabelecer uma ligação entre
dois
computadores que possuem o programa instalado é apenas o da
conexão.
No rastro do sucesso do Skype, não faltou quem previsse o
fim
das operadoras. Mas o co-fundador e principal executivo do Skype,
Niklas Zennström, é rápido em botar
panos quentes
para minimizar a disputa com as teles. "O Skype vai tirar receitas de
ligações telefônicas, mas para usar
nosso software
é preciso ter acesso à internet em alta
velocidade.
Assim, vamos expandir a base de assinantes de banda larga das
operadoras", diz. "Não nos vemos como inimigos das
operadoras
tradicionais. Até porque, sem as redes que elas
mantêm, o
Skype não sobreviveria. São negócios
complementares."
O software também avança nas empresas - cerca de
30% da
base mundial é de clientes corporativos. Mas, de novo,
Zennström prefere evitar polêmicas com as
operadoras.
"Algumas das maiores companhias do mundo estão usando Skype,
mas
elas não jogam fora os telefones velhos. É o
mesmo que
ocorreu com os celulares: a adoção de telefones
móveis não acabou com os fixos."
Esta não é a primeira vez que Zennström
cria
problemas para negócios bem estabelecidos. Há
cinco anos,
o executivo lançou o KaZaA, um sistema que permite trocar
arquivos de música gratuitamente pela internet, o que o
levou a
ser processado pela indústria fonográfica.
20/06/2005 - Valor Econômico - SP
Que ATA usar para minha operadora voip ?
Exitem uma constante dúvida entre os usuários de voip,
para saber qual seria o melhor ata, qual marca, qual modelo, essa e uma
pergunta que não quer calar, que modelo escolher?
Na verdade não existe um modelo específico que
seria o melhor, ou mesmo o mais fácil de se usar pois existem
atas de diversos modelos e funcionalidades.
Muitos técnicos de Voip e Asterisk preferem testar vários
modelos e opções, para eles mesmos terem um diagnostico
de qual seria o melhor para se trabalhar, a maioria deles sempre
informa que o ata que atender as necessidades do cliente e ainda tiver
um custo reduzido seria o aparelho ideal para se usar.
Mas na hora da compra alguns especialistas, informam para ter cuidado,
pois caso compre aparelhos atas de locais não confiáveis,
você poderá ter prejuisos futuros, pois aparelhos sem
procedimento, não tem qualquer tipo de garantia, caso este
aparelho for danificado, você não poderá solicitar
um serviço de garantia, por isso e bom comprar aparelhos em
locais de confiança.
Existem também alguns atas complexos de serem configurados,
não compre um aparelho que você não conhece pois a
configuração pode ser muito complexa, e o aparelho
não ter utilidade por não conseguir se configurar.
De uma forma geral hoje existem muitos vídeos explicativos sobre
como se configurar um ata onde é mostrado passo a passo este
procedimento, assim facilitando muito a vida do usuário.
O pap2 é um dos aparelhos até hoje mais usados, pois
segundo os usuários ele e um dos mais fáceis de
configurar, ele foi um dos primeiros atas a serem usados e até
hoje ele é muito popular, e uma boa opção, pois e
um aparelho que costuma não apresentar defeitos, além
disso ele contém muitas funcionalidades que podem ser
configuradas de acordo com a necessidade e o uso das
funções para o usuário.
Por: Wagner Danielli
24/05/2009
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